SC entra em alerta de perigo para tempestades com ventos de até 100 km/h, diz Inmet

Defesa Civil estadual estima que as chuvas persistam até segunda-feira (24); risco para alagamentos aumenta em algumas regiões catarinenses

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Foto mostra tempestade

Mais cinco estados estão sob o mesmo alerta (Foto: Banco de imagens)

Duas regiões catarinenses estão sob alerta laranja para tempestades até a manhã de segunda-feira (24). O alerta, publicado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), informa que há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos. Desde sábado (22), Santa Catarina enfrenta uma sequência de temporais com granizo, chuvas pontualmente intensas e fortes rajadas de vento em diferentes regiões.

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O aviso vale para os moradores do Norte e Oeste catarinenses. Ainda há mais cinco estados sob o mesmo alerta: Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Todos devem sofrer com chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, sendo que podem chegar aos 100 milímetros durante o período. Além disso, ventos intensos devem marcar o dia, com expectativa de rajadas de 60 km/h a 100 km/h e queda de granizo.

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Segundo a Defesa Civil catarinense, os temporais isolados que devem atingir o Estado neste domingo estão associados a sistemas de baixa pressão em diversos níveis da atmosfera. O risco fica entre baixo a moderado para ocorrências relacionadas a destelhamentos, danos na rede elétrica, queda de galhos e árvores e alagamentos, conforme o órgão.

Na segunda-feira (24), a chuva continua, começando dos planaltos ao litoral catarinense, com influência de um vento que sopra do mar para o continente.

A partir do final da manhã de segunda, a chuva intensifica, com o processo de formação de um ciclone extratropical entre o Litoral do Paraná e do Sudeste do Brasil, segundo a Defesa Civil. Neste dia, o risco sobe e fica entre moderado e alto para ocorrências relacionadas a alagamentos e enxurradas, além de deslizamentos pontuais, principalmente para a região Norte do Estado.

O que recomenda a Defesa Civil

*Sob supervisão de Luana Amorim