Tempo de propaganda eleitoral para candidatos é aprovado pelo TSE

Cada concorrente à Presidência terá entre 22 segundos e 3 minutos e 39 segundos de propaganda

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Apresentado ao plenário na quinta-feira (18), o plano foi validado pelos ministros (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A proposta de distribuição do tempo do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para os candidatos à Presidência da República foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (23). Apresentado ao plenário na quinta-feira (18), o plano foi validado pelos ministros, que rejeitaram duas propostas feitas ao texto original. As informações são do UOL

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O partido Democracia Cristã aprensentou a alteração, que pedia que todos os partidos tivessem acesso ao horário eleitoral gratuito. Via de regra, tem direito a um período de tempo somente as legendas que obtiverem um mínimo de 3% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados ou terem eleito 15 parlamentares em pelo menos 1/3 dos estados. 

A proposta do partido foi rejeitada por unanimidade pelos ministros. A sugestão de um cidadão também foi descartada pelo plenário, que levantava a possibilidade das mídias com as propagandas eleitorais serem entregues até o meio-dia da data de exibição. 

Dessa maneira, a propaganda eleitoral gratuita na rádio e TV começa nesta sexta-feira (26) e vai até 29 de setembro. Cada candidato terá entre 22 segundos e 3 minutos e 39 segundos de propaganda. 

Veja abaixo o tempo de cada candidato: 

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 3 minutos e 39 segundos (286 inserções) 
  • Jair Bolsonaro (PL): 2 minutos e 38 segundos (207 inserções) 
  • Simone Tebet (MDB): 2 minutos e 20 segundos (184 inserções) 
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 2 minutos e 10 segundos (170 inserções) 
  • Ciro Gomes (PDT): 52 segundos (68 inserções) 
  • Roberto Jefferson (PTB): 25 segundos (33 inserções) 
  • Luiz Felipe d’Avila (Novo): 22 segundos (29 inserções)

Vera (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Eymael (DC) e Léo Péricles (UP) não atingiram os requisitos mínimos e, por isso, não terão acesso ao horário eleitoral. 

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Pablo Marçal (Pros) não foi incluído, uma vez que, após troca de comando no partido, a legenda retirou sua candidatura à presidência. 

Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes passou os dez segundos que seria do partido para a campanha de Lula. A ordem de exibição de cada peça publicitária foi definida por sorteio pelo TSE e ficou da seguinte forma:

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  1. PTB 
  2. União Brasil 
  3. Novo 
  4. Coligação Brasil da Esperança (Federação Brasil da Esperança-PT, PCdoB, PV, Federação PSOL-Rede, Solidariedade, PSB, AGIR, Avante e Pros) 
  5. Coligação Brasil para Todos (MDB, Federação PSDB-Cidadania, Podemos) 
  6. Coligação Pelo Bem do Brasil (PL, PP e Republicanos) 
  7. PDT 

Segundo a proposta aprovada, em relação aos programas em bloco, o partido político que veiculou a propaganda em último lugar, no caso o PDT, será o primeiro a apresentá-lo no dia seguinte, seguindo pelos demais.