Presidente de “fábrica de bilionários” crava virada histórica na WEG: “Será maior fora do Brasil”; entenda o plano arrojado

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Alberto Yoshikazu Kuba é Diretor Presidente Executivo (Foto: Divulgação)

A projeção do presidente da WEG, Alberto Yoshikazu Kuba, é de que a WEG se torne maior no exterior do que no Brasil, país onde a companhia surgiu. Segundo documento divulgado pela WEG, o mercado externo representa 61% do faturamento total da empresa, contra 39% do mercado interno. Criada na década de 60 em Jaraguá do Sul, no Norte catarinense, a empresa cresceu para além da fronteira brasileira e, hoje, atua em mais de 30 países. 

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“A WEG  fora do Brasil vai ser ainda maior do que a WEG dentro do Brasil”, essa foi a frase dita por Kuba durante o WEG Day, realizado na última sexta-feira (2). A informação é do Valor. Segundo ele, isso se dá justamente por conta do faturamento que o mercado externo tem representado na companhia.

Ainda conforme o Valor, no evento, representantes da companhia informaram que estão monitorando o mercado para poder fazer aquisições tanto fora quanto dentro do Brasil. 

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Veja fotos antigas da empresa

Pedidos de Data Centers à WEG crescem

No WEG Day, também foi revelado que, nos últimos 12 meses, os pedidos para transformadores nos Estados Unidos cresceram. Os pedidos envolvem concessionárias de energia, fontes renováveis, armazenamento de energia por baterias, a indústria em geral e, principalmente, os Data Centers. Este último segmento representou  18,5% de todas as entradas de pedidos de transformadores no país, conforme documento publicado pela WEG.

Inclusive, no dia 28 de setembro, a empresa já tinha anunciado que iria investir US$ 165 milhões, aproximadamente R$ 840 milhões, para expandir sua capacidade de produção de geradores na América do Norte. O projeto será realizado em duas fases e tem como objetivo atender à crescente demanda por soluções de geração de energia para aplicações críticas nos EUA, especialmente impulsionada pela expansão dos data centers.  

“Este investimento representa mais um passo importante na consolidação da nossa estratégia para o negócio de geradores na América do Norte. Além de ampliar nossa capacidade de produção, o projeto fortalece a integração das operações incorporadas com a Marathon e nos prepara para acompanhar a evolução de mercados que demandam infraestrutura crítica cada vez mais robusta, como o de data centers”, afirma João Paulo Gualberto da Silva, vice‑presidente da Unidade de Energia da WEG.