Qual o ramo de atuação dos bilionários de SC da lista da Forbes

Estado conta com 37 nomes com patrimônio na casa dos bilhões

Compartilhe:

Controle da WEG envolve o maior número de bilionários catarinenses (Foto: WEG/Divulgação)

Os catarinenses da última lista de bilionários divulgada pela revista Forbes, com dados do ano passado, se dividem entre quatro grandes ramos de atuação. O país contava até o fim de 2022 com 284 nomes com patrimônio na casa dos bilhões, entre os quais 37 são nascidos em Santa Catarina (veja lista abaixo).

Continua após a publicidade

Receba notícias do NSC Total no Telegram

A maior parte dos catarinenses no seleto grupo de bilionários construiu a fortuna a partir de uma mesma empresa da indústria metalúrgica de motores: a WEG, sediada em Jaraguá do Sul, no Norte do estado, e com 29 acionistas bilionários. Cada um deles é herdeiro de ao menos um do três fundadores do grupo.

Continua após a publicidade

Ainda no ramo da indústria metalúrgica, há três bilionários do estado que construíram o patrimônio a partir da Schulz, a maior fabricante de compressores de ar da América Latina, de Joinville.

O comércio varejista tem dois representantes na lista dos catarinenses bilionários, incluindo o homem mais rico do estado, Luciano Hang, dono da rede de lojas de departamento Havan. Esse setor tem ainda o dono do grupo de shoppings centers Almeida Junior.

O agronegócio é outro ramo com dois representantes de Santa Catarina na lista: o fundador da empresa de fertilizantes Fertipar e um dos nomes da família controladora da Amaggi, gigante da agroindústria.

O quarto ramo que coloca Santa Catarina no levantamento da Forbes é o das telecomunicações, com o controlador da Intelbras, fabricante de equipamentos de segurança eletrônica e comunicação.

Continua após a publicidade

Indústria metalúrgica

  • Anne Werninghaus (83ª colocada, R$ 4,4 bilhões): é acionista da indústria de motores WEG e herdeira de um dos fundadores da empresa;
  • Dora Voigt de Assis (111ª colocada, R$ 3,22 bilhões): é também acionista da WEG e herdeira de um dos fundadores;
  • Lívia Voigt (111ª colocada, R$ 3,22 bilhões): é irmã de Dora e também acionista da WEG;
  • Eduardo Voigt Schwartz (114º colocado, R$ 3,13 bilhões): é titular de parte das ações da mãe, Miriam Schwartz Voigt, na WEG;
  • Mariana Voigt Schwartz Gomes (114ª colocada, R$ 3,13 bilhões): é também filha de Miriam;
  • Mariana Werninghaus de Carvalho (133ª colocada, R$ 2,55 bilhões): herdou parte da fatia acionária da WEG que pertencia ao pai, Martin Werninghaus, filho de um dos fundadores da indústria;
  • Ricardo Werninghaus (133º colocado, R$ 2,55 bilhões): é também filho e herdeiro de Martin;
  • Daniel Ricardo Behnke (160º colocado, R$ 2,2 bilhões): herdou parte da fatia acionária da WEG que pertencia à mãe, Heide Werninghaus Behnke, filha de um dos fundadores da indústria;
  • Davi Ricardo Behnke (160º colocado, R$ 2,2 bilhões): é também filho e herdeiro de Heide;
  • Eduardo Werninghaus (160º colocado, R$ 2,2 bilhões): é acionista da WEG e herdeiro de Armin Werninghaus, filho de um dos fundadores da empresa;
  • Luisa Werninghaus Bernoldi (160ª colocada, R$ 2,2 bilhões): é também herdeira de Armin;
  • Felipe Voigt Trejes (160º colocado, R$ 2,2 bilhões): herdou ações da WEG que eram da mãe, Cladis Voigt Trejs;
  • Pedro Voigt Trejes (160º colocado, R$ 2,2 bilhões): é também herdeiro de Cladis e acionista da WEG;
  • Amelie Voigt Trejes (172ª colocada, R$ 2,07 bilhões): é também filha de Cladis e acionista da WEG;
  • Miriam Voigt Schwartz (181ª colocada, R$ 1,85 bilhão): é acionista da WEG e uma das três filhas de Werner Ricardo Voigt, cofundador da empresa;
  • Bruna da Silva Bartsch Langsch (188ª colocada, R$ 1,77 bilhão): acionista da WEG e herdeira de Katia da Silva Bartsch. filha de um dos fundadores da indústria;
  • Ricardo Bartsch Filho (188º colocado, R$ 1,77 bilhão): é também filho de Katia;
  • Joana Zimmermann da Silva (188ª colocada, R$ 1,77 bilhão): herdou parte das ações da WEG que pertenciam ao pai, Décio da Silva;
  • Zara Zimmermann da Silva (188ª colocada, R$ 1,77 bilhão): é também filha de Décio;
  • Paula da Silva Janssen (188ª colocada, R$ 1,77 bilhão): é acionista da WEG e filha de Solange da Silva Petry, herdeira de um dos fundadores da indústria;
  • Renata da Silva Janssen Decker (188ª colocada, R$ 1,77 bilhão): é também filha de Solange e acionista da WEG;
  • Cladis Voigt Trejes (207ª colocada, R$ 1,54 bilhão): filha de Werner Ricardo Voigt, cofundador da WEG;
  • Valsi Voigt (208ª colocada, R$ 1,52 bilhão): é também herdeira da Werner e acionista da WEG;
  • Alberto da Silva Geffert (227º colocado, R$ 1,35 bilhão): recebeu parte das ações da mãe, Tânia Marisa da Silva, filha de um dos fundadores da WEG;
  • Julia da Silva Geffert de Oliveira (227ª colocada, R$ 1,35 bilhão): é irmã de Alberto e também acionista da WEG;
  • Gert Heinz Schulz (248º colocado, R$ 1,19 bilhão): é filho de Heinz Schulz, fundador da empresa metalúrgica Schulz e de quem herdou ações;
  • Waldir Carlos Schulz (250º colocado, R$ 1,18 bilhão): é também acionista da Schulz e filho de Heinz;
  • Ana Flávia da Silva Petry (250ª colocada, R$ 1,18 bilhão): herdou ações da mãe, Marcia da Silva Petry, filha de um dos fundadores da WEG;
  • Helena Marina da Silva Petry (250ª colocada, R$ 1,18 bilhão): é irmã de Ana Flávia e também acionista da WEG;
  • Henrique da Silva Geffert (250º colocado, R$ 1,18 bilhão): é um dos três herdeiros de Tânia Marisa da Silva, filha de um dos cofundadores da WEG, e acionista na empresa;
  • Marcia da Silva Petry (250ª colocada, R$ 1,18 bilhão): é acionista da WEG e filha de Eggon João da Silva, um dos fundadores da empresa;
  • Ovandi Rosenstock (284º colocado, R$ 1 bilhão): é um dos cofundadores da metalúrgica Schulz e atual CEO da empresa;

Comércio varejista

  • Luciano Hang (8º colocado, R$ 24,5 bilhões): é dono da rede de lojas de departamentos Havan;
  • Jaimes Almeida Junior (117º colocado, R$ 3 bilhões): é dono do grupo Almeida Junior, que tem seis shoppings em Santa Catarina;

Agronegócio

  • Alceu Elias Feldmann (23º colocado, R$ 13 bilhões): fundador e controlador da Fertipar, empresa de fertilizantes;
  • Itamar Locks (50º colocado, R$ 7,1 bilhões): é da família controladora da agroindústria Amaggi;

Telecomunicações

  • Jorge Luiz Savi de Freitas (81º colocado, R$ 4,8 bilhões): é controlador da Intelbras, fabricante de equipamentos de segurança eletrônica e comunicação.

Leia mais

Pequena cidade de SC está entre as 10 mais sustentáveis do país; veja ranking geral

Top-20 cidades com metro quadrado mais caro do país passa a ter nova representante de SC