A música alemã parou. Fez silêncio na Oktoberfest Blumenau na noite desta sexta-feira (17). Era chegada a hora de responder uma pergunta que movimentou o Brasil na última semana: quem matou Odete Roitman? Todos os olhares se voltaram para os telões no Spaten Garten da Vila Germânica.
A resposta surpreendeu. A vilã mais amada do país não morreu, apesar de ter sido baleada por Marco Aurélio. Como ela mesmo disse ao embarcar no helicóptero para um recomeço, “Odete Roitman sempre volta”. Aliás, a maioria dos apostadores do bolão feito dentro da Oktoberfest Blumenau defendia que a personagem estava viva. Até mesmo a realeza da festa esperava pelo retorno da personagem.
O cubano Deykin Valença assistiu à novela na adolescência, no país dele. Agora, adulto, ele segue um noveleiro de primeira linha e parou para ver o último capítulo e apreciar os momentos finais do “humor ácido” que tanto gosta.
Veja imagens da novela durante a Oktoberfest
Mas quem amou mesmo o desfecho de Vale Tudo foi o blumenauense Juliano Schwartz. Inclusive, mandou fazer uma camiseta com o rosto da diva. Apesar de tamanha paixão, ele errou o fim.
“Acreditava que Nice não teria morrido e tirava a vida de Odete para vingar o marido e a neta”, explica.
Mas não apenas os visitantes pararam para assistir ao último capítulo do remake. Dona Nice Marli, entre uma varrida e outra, lançava olhares para os telões. Viu a primeira versão e fez questão de detalhar aos mais jovens como terminou a novela original.
“Na primeira novela foi a Leila, mulher do Marco Aurélio, que matou. Agora inverteu, e foi ele”, contava entusiasmada após ver personagem atirar. Quando o assessor direto dele apareceu ajudando Odete, ela vibrou.
“Gostei, ela é malvada, mas é legal”, garantiu.
Confira a euforia com a descoberta do fim de Odete Roitman
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