MC Guimê e Cara de Sapato são denunciados por importunação sexual após assédio no BBB 23

Os dois foram investigados após assediarem a mexicana Dania Mendez durante uma festa do programa

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Assédio ocorreu durante Festa do Líder (Foto: Globo/Reprodução)

Assédio ocorreu durante Festa do Líder (Foto: Globo/Reprodução)

Os ex-bbbs MC Guimê e Cara de Sapato foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por importunação sexual nesta quinta-feira (27). Os dois teriam abusado da mexicana Dania Mendez durante uma festa do Big Brother Brasil 23. A atitude fez com que ambos fossem expulsos do programa. As informações são do g1.

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O inquérito que investiga os dois foi encaminhado na quarta-feira (26) pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá à promotoria. Guilherme Aparecido Dantas Pinho (MC Guimê) e Antônio Carlos Coelho de Figueiredo Barbosa Júnior (Cara de Sapato) foram indiciados pela Polícia Civil.

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A denúncia foi encaminhada à Justiça do Rio pela 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Violência Doméstica da área Oeste. Agora, o processo segue para análise para decidir se os dois vão virar réus na ação.

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O caso ocorreu durante a festa do líder realizada em 15 de março. MC Guimê passou a mão no corpo de Dania Mendez, que entrou na casa para um intercâmbio, sem o consentimento dela. Já Cara de Sapato deu um beijo e fez contatos físicos forçados com a mexicana. Os dois foram eliminados por conta do fato.

Para a defesa de Cara de Sapato, não houve importunação no caso envolvendo o lutador.

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— A defesa discorda frontalmente do entendimento da delegada, porque, embora o crime de importunação sexual independa de iniciativa da vítima, o Estado e a lei penal não podem desprezar a manifestação clara, lúcida e espontânea da vítima no sentido de que, no seu juízo íntimo, não houve importunação, constrangimento ou desrespeito — diz o advogado Ricardo Sidi.

Já o advogado José Estevam Macedo Lima, que defende MC Guimê, alegou que “o inquérito policial não possui qualquer elemento que permita o indiciamento do MC Guimê pela notória falta de suporte probatório mínimo e, sobretudo, pela atipicidade da conduta oriunda da ausência do elemento do tipo penal exigido”.

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As investigações tiveram início em 16 de março e durou pouco mais de um mês. As equipes de Cara de Sapato e de Guimê pediram desculpas pelas atitudes dos participantes ao longo do dia.

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