Dívida de R$ 2,7 bilhões leva clube de SP a cortar investimentos pela metade para evitar fim das atividades

Redução de 44% no orçamento foi viabilizada após correções administrativas aplicadas no início do calendário esportivo

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Imagem aérea do CT do clube (Foto: Corinthians.com.br / Reprodução)

Imagem aérea do CT do clube (Foto: Corinthians.com.br / Reprodução)

Uma grave crise financeira em uma das equipes mais tradicionais do futebol paulista promoveu um drástico enxugamento de custos nas modalidades operacionais. A reestruturação orçamentária foi adotada para garantir a sobrevivência de departamentos atingidos pela dívida de R$ 2,7 bilhões que atinge todas as áreas da instituição.

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Segundo o ge, o Corinthians reduziu em R$ 5,2 milhões o orçamento do departamento de basquete para a temporada 2026/2027. O investimento na modalidade caiu de R$ 11,8 milhões no ano passado para R$ 6,6 milhões no período atual.

A redução de 44% no orçamento foi viabilizada após correções administrativas aplicadas no início do calendário do basquete em agosto. A gestão comandada pelo presidente Osmar Stabile busca mitigar os impactos de uma dívida avaliada em R$ 2,7 bilhões.

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A estratégia do clube alvinegro concentrou-se na rescisão de contratos com altos salários e na promoção de atletas da base. A diretoria aplicou medida semelhante ao futebol de base masculino, que sofreu um corte recente de R$ 2 milhões.

O planejamento operacional prevê ainda a redução no número de integrantes das delegações em viagens pelo país. O elenco corintiano disputará o Campeonato Paulista, o Novo Basquete Brasil e a Liga Sul-Americana sob rígido controle financeiro.

A manutenção do basquete masculino no Parque São Jorge ocorreu graças ao suporte obtido junto a parceiros comerciais. A diretoria descartou o encerramento da categoria masculina após ter extinto a equipe feminina de basquete em dezembro do ano passado.

*Sob supervisão de Marcos Jordão