Um tradicional clube do futebol nordestino atingiu a liderança entre os com maior dívida na segunda divisão nacional. O volume de débitos acumulado pela instituição supera os valores registrados por sete equipes que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro.
Seis clubes tradicionais que já tiveram a falência decretada por dívida
O Sport acumula um passivo financeiro de R$ 422 milhões, segundo levantamento da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade no Futebol. O Rubro-negro ocupa a 14ª posição no ranking geral entre os 40 times das Séries A e B — à frente de Vitória, Bahia, Athletico, Coritiba, Chapecoense, Remo e Mirassol.
A equipe de Recife lidera a lista de maiores dívidas entre todos os participantes que disputam a Série B. Os dados divulgados pela agência têm como base os balanços e autodeclarações referentes ao fim de dezembro de 2025.
A Anresf disponibilizou um painel no site oficial para permitir a consulta pública das dívidas e pagamentos atrasados. As equipes devem informar obrigatoriamente se possuem débitos vencidos com salários, transferências de atletas e tributos.
A agência reguladora aplicou advertências públicas ao clube por conta de irregularidades no pagamento das obrigações financeiras. As decisões estipularam prazos de regularização sob pena de novas sanções em caso de descumprimento do regulamento.
O regulamento de Fair Play Financeiro prevê punições rigorosas para dívidas anteriores a 2026 a partir do próximo mês. Segundo informações da Folha de Pernambuco, as agremiações articulam nos bastidores um pedido formal para adiar o início das sanções fiscais até 2028.
- Corinthians: R$ 2,76 bilhões
- Atlético-MG: R$ 2,66 bilhões
- São Paulo: R$ 2,45 bilhões
- Botafogo: R$ 2,01 bilhões
- Palmeiras: R$ 1,58 bilhão
- Cruzeiro: R$ 1,36 bilhão
- Internacional: R$ 1,27 bilhão
- Flamengo: R$ 1,26 bilhão
- Santos: R$ 1,23 bilhão
- Vasco: R$ 1,10 bilhão
- Fluminense: R$ 1,04 bilhão
- Grêmio: R$ 936 milhões
- Bragantino: R$ 772 milhões
- Sport: R$ 422 milhões
- Vitória: R$ 408 milhões
- Bahia: R$ 407 milhões
- Athletico: R$ 405 milhões
- Náutico: R$ 292 milhões
- Fortaleza: R$ 291 milhões
- América-MG: R$ 283 milhões
- Avaí: R$ 268 milhões
- Ponte Preta: R$ 240 milhões
- Ceará: R$ 217 milhões
- Coritiba: R$ 185 milhões
- Vila Nova: R$ 175 milhões
- Chapecoense: R$ 174 milhões
- Novorizontino: R$ 167 milhões
- Goiás: R$ 114 milhões
- Botafogo-SP: R$ 89 milhões
- São Bernardo: R$ 77 milhões
- Athletic: R$ 72 milhões
- Londrina: R$ 60 milhões
- Atlético-GO: R$ 42 milhões
- Cuiabá: R$ 40 milhões
- Remo: R$ 37 milhões
- Criciúma: R$ 37 milhões
- Juventude: R$ 29 milhões
- Mirassol: R$ 11 milhões
- Operário-PR: R$ 4,2 milhões
- CRB: R$ 900 mil
*Sob supervisão de Marcos Jordão






