“Time sem vergonha”: Brasil perde para a Argentina e 2023 vira ano vexatório para a seleção

Sob protestos no final da partida, seleção chega a três derrotas seguidas nas Eliminatórias

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Brasil x Argentina

Brasil perdeu para a Argentina em casa pelas Eliminatórias (Foto: Staff Images, CBF)

O Brasil perdeu para a Argentina no Maracanã, por 1 a 0, na noite desta terça-feira, e encerra 2023 de uma forma vexatória. O gol de Otamendi no segundo tempo faz a seleção comandada por Fernando Diniz terminar o ano na sexta colocação nas Eliminatórias para a Copa de 2026.

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Os números negativos não param por aí. São quatro jogos seguidos sem vitória, três derrotas seguidas e pela primeira vez um revés em Eliminatórias dentro do nosso território. Justo para a Argentina. Tudo isso enquanto a CBF espera por um treinador que ninguém sabe se virá mesmo e banca um interino que tem também treina o Fluminense.

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Nas arquibancadas, tensão e confusão antes mesmo de a bola rolar. O jogo atrasou meia hora para começar por causa de uma confusão generalizada num setor do Maracanã entre argentinos e a equipe de segurança. Não havia policiamento nem separação entre torcedores de nações que dentro de campo são rivais históricos. Só depois de cenas lamentáveis a PM chegou.

No final, a festa foi argentina. Do lado verde e amarelo gritos de “vergonha, time sem vergonha” refletiram o sentimento de uma nação que não aceita sua maior paixão passar por essa situação em campo.

Em campo, o Brasil até fez bom jogo, mas o adversário, além de ser o atual campeão do mundo e ter entrado em campo com nove dos 11 titulares da final da Copa, estava entrosado e preparado para um jogo deste tamanho. Ah, com Messi discreto. O Brasil, sem Neymar e Vini Jr, jogou o que conseguiu, mas não foi suficiente.

A seleção encerra seu ano e agora busca dar a volta por cima em 2024 com a Copa América, amistosos e a retomada das Eliminatórias só em setembro. Ainda não se sabe se Fernando Diniz estará à frente da seleção.

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O que se sabe é que o interino vai virar a chave rapidamente, pois ainda nesta quarta ele comanda o Fluminense, no seu primeiro emprego (o segundo é estar à frente da camisa mais vitoriosa do futebol mundial) pelo Campeonato Brasileiro. O jogo de terça, para ele, ficou no passado.

E para a CBF?

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