Quando o mundo digital era tudo mato a principal forma de se conectar e navegar em sites era por meio da internet discada. Na virada para o século 21 a popularização da banda larga praticamente acabou com os discadores e aquele barulhinho característico.
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Quem usou, sabe: conexão barata só da meia-noite às 6h da manhã e fim de semana, mas isso deixava a linha telefônica fixa da casa totalmente ocupada no período. Isso sem falar nas constantes quedas, reconexões e velocidade lentíssima se comparado com os dias atuais. Ou seja, os primeiros passos para o que vivemos hoje foram numa trilha fechada, cheia de obstáculos, lama e mau tempo.
Depois da banda larga foi a vez da internet móvel: 3G, 4G, 5G e por aí vai. Hoje em dia falar em internet discada é coisa de outro mundo, de uma vida passada que não existe mais. Porém, não é bem assim.
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Até 2022 o Brasil ainda tinha essa modalidade de conexão à Internet, especialmente em regiões de acesso mais remoto. Entretanto, há muito tempo as operadoras não oferecem mais esse serviço, que além de caro, não suportaria a quantidade de dados transferidos diariamente pelos usuários. Imagine você ter que usar uma internet discada para assistir ao seu streaming favorito. Impossível.
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Mas, pasmem, o fim da internet discada no mundo pode ter uma data cravada. E ela foi esses dias: 30 de setembro de 2025. Foi quando a AOL (América On Line) encerrou de vez o serviço nos Estados Unidos e Canadá após 34 anos. O anúncio foi feito em agosto e o fato consumado. Com isso, não há mais informações sobre a existência dessa peça histórica no mundo.
Claro que ninguém sente falta dos perrengues daquele tempo, mas muitos adultos vivenciaram a construção do mundo conectado de hoje e, pelo menos, a nostalgia viverá. Já os jovens que nasceram online jamais saberão o que era esperar o horário para ficar online.













