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Arteris não garante entrega do Contorno Viário para 2021 

Diretor de Operações Sul da concessionária afirma que uma data de conclusão depende da validação do orçamento e projeto técnico do terceiro trecho da obra

03/04/2019 - 19h19 - Atualizada em: 03/04/2019 - 20h02

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Gabriel
Por Gabriel Lima
contorno viário
Inicialmente prevista para 2012, obra pode ser adiada mais uma vez
(Foto: )

A conclusão do Contorno Viário da Grande Florianópolis poderá ser adiada mais uma vez. Após reunião nesta quarta-feira na sede do Ministério Público Federal (MPF) em Florianópolis, o Diretor de Operações Sul da Arteris, Cesar Sass, não garantiu que a obra estará finalizada em dezembro de 2021, último prazo informado pela concessionária. O cronograma inicial previa que a nova rodovia estaria pronta em 2012.

Conforme o dirigente, a confirmação de uma data para entrega depende da validação do orçamento e projeto técnico do terceiro trecho da obra, entre São José e Palhoça. O trâmite burocrático foi solicitado pela ANTT em janeiro deste ano. A análise será feita por especialistas do LabTrans, laboratório de estudos de transporte e logística da UFSC.

— A gente precisa receber essa validação para deixar esse processo mais transparente, já que é um investimento que será imputado sobre a tarifa. Sem essa validação técnica do projeto e do orçamento, não podemos avançar — afirma Cesar Sass.

O trecho Sul, entre São José e Palhoça, é o mais crítico da obra e o único que ainda não teve o início dos trabalhos. Sass afirma que o cronograma previa o início das obras em janeiro, mas a licença ambiental para construção dos três túneis duplos previstos no projeto foi recebida apenas em fevereiro. Além disso, ainda há desapropriações pendentes e, agora, a validação do orçamento e do projeto técnico.

No trecho Norte, a Arteris também recebeu uma licença ambiental importante recentemente. O diretor de operações afirma que concessionária teve que fazer uma mudança no traçado em Biguaçu por causa de uma ação realizada pela empresa que administra o aterro sanitário no município. Dessa forma, Sass afirma que a empresa teve que revisar algumas desapropriações e complementou a questão das licenças ambientais.

O trecho intermediário, em São José, tem a menor extensão e o cronograma mais avançados. Os trabalhos atuais estão na fase de terraplanagem, drenagem, implantação de geodrenos, desmonte e escavação de rochas, fabricação de vigas pré-moldadas, pavimentação e a construção de uma passagem de nível superior.

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