Uma mulher trans foi condenada pelo assassinato de Mônica Ribeiro, motivado por uma disputa de ponto para prostituição. O crime ocorreu em maio do ano passado e a sentença saiu na quinta-feira (31), após nove horas de júri popular.

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A ré recebeu pena de 18 anos e oito meses de prisão e não vai poder recorrer em liberdade, conforme decisão da 2ª Vara Criminal. Ela segue presa preventivamente desde setembro de 2022.

Conforme a denúncia, a condenada contratou um homem para ir ao ponto de ônibus na Rua Engenheiro Udo Deeke, no bairro Salto do Norte, onde Mônica estava trabalhando naquela noite. A vítima, também mulher transexual, foi abordada por um motociclista e levou nove tiros.

O socorro chegou a ser acionado, mas ela já estava sem vida quando o Samu a encontrou.

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As investigações da Polícia Civil apontaram que Mônica foi morta por ser o “braço direito” da “dona” do ponto de prostituição alvo de disputa, como uma espécie de aviso à rival.

O atirador está foragido e ainda não foi a julgamento.

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