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    Ator blumenauense celebra participação na série Submersos, lançada este mês

    Com 13 episódios de 1h de duração cada, a série teve as cenas gravadas em Florianópolis e na Argentina

    12/03/2020 - 16h56 - Atualizada em: 13/03/2020 - 12h56

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    Por Janaína Laurindo
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    Aos 14 anos, o blumenauense Clei Grött começou sua trajetória nas artes no Teatro Carlos Gomes, com aulas de teatro. Hoje, aos 37 anos o ator celebra a participação na série Submersos, que estreou este mês com exclusividade no Paramount Channel Brasil, e reconhece que o encontro com o teatro foi essencial em sua formação.

    — Eu fui me apaixonando, aquilo foi muito importante porque na adolescência eu passava por muitos conflitos e era um momento de calma — relembra o ator, que é graduado em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC.

    Na série uma coprodução Brasil-Argentina, rodada em Florianópolis e Córdoba, Clei vive um jornalista que nasceu em uma comunidade da Capital. Leo Amaral trabalha em um jornal e possuem uma ligação com o mundo do tráfico, não porque ele consuma ou venda drogas, mas porque nasceu na comunidade que é um ponto de drogas.

    — Meu personagem tem o poder de fazer essa troca de informações. Quando ele chega no morro as pessoas mais próximas a ele tem a liberdade de pergunta: ‘e aí, como estão as coisas lá embaixo?’.

    A série que conta a história de um atleta de alta performance do surfe que abandona a carreira e ingressa no mundo do tráfico de drogas, divide bastante esses dois ‘mundos’.

    — As pessoas estão acostumadas ver a Floripa embelezada e voltada para o turismo, enquanto, na verdade, ela é uma cidade complexa e com contrastes muito fortes e a ficção mostra esse lugar. E mostra também o link dessas duas pontas, o que pode ser bom ou ruim — comenta o ator, que acredita que mesmo sendo uma obra ficcional apresenta lacunas da história da cidade.

    Clei Grott no set de gravações de Submersos.
    Clei Grott no set de gravações de Submersos.
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    — Acho que ficção serve muitas vezes para isso. Poderíamos trazer de uma forma documental, mas na ficção isso também tem um peso grande e a gente pode usar a série como um ponto de partida para que as pessoas reflitam sobre vários assuntos, que vai além da guerra contra as drogas. Mostra também os contrastes e a diversidade de Floripa, Santa Catarina e o sul do Brasil — aponta o ator.

    Com 13 episódios de 1h de duração cada, a série conta com mais de 60 pessoas no casting, entre atores e profissionais brasileiros e argentinos.

    A trama

    Submersos apresenta Nando Oliveira (Cassio Nascimento), um ex-campeão mundial de surfe, filho bastardo de um aristocrata de uma tradicional família catarinense. Nando é uma figura muito conhecida, um ícone e uma celebridade no esporte, mas, por outro lado, sempre teve uma vida desregrada, diferente do que se imagina como comportamento de um atleta de ponta, envolvendo-se em confusões, brigas, sempre presente nas baladas mais famosas do país.

    O argentino promoter Gabi (Mariano Bertolini), é seu amigo de infância. Os dois cresceram juntos e Gabi foi morar com o pai em Córdoba depois da separação da mãe, mas o relacionamento entre os dois se manteve, apesar da distância. Nando aposentou-se do surfe precocemente, no auge da carreira. Ao se aposentar, Nando lança uma marca de roupas com seu nome e com o suporte do amigo Gabi, se prepara para expandir sua marca para o mercado argentino. Na realidade uma fachada para seu envolvimento no tráfico internacional de drogas - em parceria com o ex-sócio de seu pai, o mafioso Mendes, vai exportar anfetaminas dentro das pranchas de surfe. O que parecia estar tudo certo, dá errado - as pranchas desaparecem, Nando é sequestrado e tudo indica que Gabi traiu o amigo de infância.

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