O Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), responsável pela gestão do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (Hmisc), informou nesta segunda-feira (11) o bloqueio da UTI Neonatal da unidade após a identificação de casos de colonização por bactéria multirresistente do tipo KPC em pacientes internados. O hospital fica localizado em Criciúma, no Sul do Estado.
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Segundo a instituição, situações como essa são consideradas conhecidas no contexto hospitalar de alta complexidade, especialmente em unidades críticas e neonatais, e exigem monitoramento contínuo, protocolos rigorosos de controle de infecção e atuação técnica especializada.
Bactéria KPC é resistente a diversos antibióticos
A bactéria KPC é conhecida pela resistência a diversos antibióticos e costuma demandar medidas rígidas de contenção em ambientes hospitalares. Conforme o hospital, neste momento não há previsão de reabertura da unidade, que somente ocorrerá quando os pacientes não apresentarem mais a bactéria.
Desde a identificação dos casos, o Hospital afirma ter adotado todas as medidas assistenciais, preventivas e de biossegurança recomendadas pelos protocolos sanitários e pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH).
Entre as ações implementadas estão a intensificação das rotinas de higiene e desinfecção, reforço das medidas de precaução, monitoramento microbiológico contínuo e revisão preventiva dos fluxos assistenciais da unidade.
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“Neste momento, não há previsão de reabertura, que somente ocorrerá quando os pacientes não apresentarem mais a bactéria”, destacou o pronunciamento.
Ainda de acordo com a nota, também foram realizados ajustes operacionais e assistenciais específicos na UTI Neonatal, com foco na mitigação de riscos e na proteção dos pacientes internados.
O hospital informou que o acompanhamento da situação ocorre de forma integrada entre equipes assistenciais e técnicas da instituição, incluindo profissionais das áreas de infectologia, neonatologia, enfermagem, microbiologia, Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e direção técnica.
Por fim, o Ideas reforçou que as medidas adotadas possuem caráter técnico, preventivo e assistencial, destacando o compromisso da instituição com a segurança dos pacientes, qualidade da assistência e cumprimento dos protocolos sanitários.
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Confira o texto na íntegra
O Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (Hmisc) informa que identificou, em pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, casos de colonização por bactéria multirresistente do tipo KPC.
Situações dessa natureza representam ocorrência conhecida no contexto hospitalar de alta complexidade, especialmente em unidades críticas e neonatais, demandando monitoramento contínuo, protocolos rigorosos de controle de infecção e atuação técnica especializada. Neste momento, não há previsão de reabertura, que somente ocorrerá quando os pacientes não apresentarem mais a bactéria.
Desde a identificação dos casos, todas as medidas assistenciais, preventivas e de biossegurança recomendadas pelos protocolos sanitários e pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) foram imediatamente adotadas, incluindo intensificação das rotinas de higiene e desinfecção, reforço das medidas de precaução, monitoramento microbiológico contínuo e revisão preventiva dos fluxos assistenciais da unidade.
Como medida temporária de segurança assistencial foram implementados ajustes operacionais e assistenciais específicos na UTI neonatal, com foco na mitigação de riscos e na proteção dos pacientes internados.
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A condução do cenário ocorre de forma integrada entre as equipes assistenciais e técnicas da instituição, incluindo infectologia, neonatologia, enfermagem, microbiologia, SCIH e direção técnica, com acompanhamento permanente da situação e observância das diretrizes sanitárias aplicáveis.
O Hospital Materno-Infantil Santa Catarina reforça que todas as medidas adotadas possuem caráter técnico, preventivo e assistencial, permanecendo a instituição integralmente comprometida com a segurança dos pacientes, qualidade da assistência e rigor no cumprimento dos protocolos sanitários.

