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    Balneário Camboriú vira capital catarinense dos “retrogamers”

    O grupo RetroSC surgiu em 2016, através do WhatsApp, reunindo colecionadores catarinenses, que já se conheciam de longa data

    14/03/2020 - 05h00 - Atualizada em: 14/03/2020 - 13h17

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    Por Fabrício Vitorino
    RetroSC.
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    (Foto: )

    A nostalgia nunca sai de moda. E, no mundo dos games não poderia ser diferente. Neste final de semana, Balneário Camboriú recebe o 6º Encontro do grupo RetroSC, Grupo de Colecionadores Catarinenses de Computadores e Videogames antigos - que se juntam no sábado, no campus da Univali. Quem for até o local terá oportunidade de ver equipamentos, jogar, relembrar os velhos tempos, adquirir consoles e jogos, e, até mesmo, iniciar ali a coleção.

    O grupo RetroSC surgiu em 2016, através do WhatsApp, reunindo colecionadores catarinenses, que já se conheciam de longa data. “Começamos com seis pessoas e hoje contamos com mais de 200 membros no grupo, de mais de 30 municípios catarinenses”, explica Eduardo Loos, um dos organizadores.

    E para quem acha que o movimento de games retrô é apenas brincadeira, Loos explica que o colecionismo atualmente movimenta uma soma considerável de dinheiro. “Muitos itens vão tornando-se mais raros a cada ano que passa, elevando o valor. Além disso, nos últimos anos, muitas pessoas começaram a colecionar, aquecendo o mercado e criando oportunidades de negócios, até então inexistentes, como fabricação e venda de réplicas de cartuchos de jogos originais, para diversas plataformas”.

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    Loos ainda fala com orgulho de algumas das “raridades” presentes nos encontros do RetroSC: “Um Odyssey, o primeiro videogame que foi vendido no Brasil, em 1974, nacionalizado (manuais em português, etc); o Telejogo, segundo videogame vendido no Brasil; aparelhos que nunca chegaram ao Brasil, como PC Engine (Japão), Atari Jaguar (EUA), Bally Astrocade (EUA), Fairchild Channel F (EUA) e até mesmo um Unitron Mac512, clone brasileiro do Macintosh original, da Apple, micro muito controverso, que gerou retaliação do governo americano contra o brasileiro”.

    E o grupo já planeja outra edição, para outubro, em Florianópolis. “É nosso evento principal, onde temos expositores e convidados de outros estados, campeonatos, palestras, presença de personalidades do meio, etc. Temos uma expectativa grande para este evento, pois o local onde realizávamos não comporta mais o crescimento e estamos a procura de outro lugar. A intenção é que o evento torne-se uma referência no cenário do colecionismo nacional”.

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