Uma fábrica clandestina de palmito foi fechada em Ascurra, no Vale do Itajaí, nesta sexta-feira (24). Um homem de 55 anos acabou preso em flagrante pela Polícia Civil e os produtos foram recolhidos pela Vigilância Sanitária (veja fotos abaixo).

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No interior da fábrica clandestina, no bairro Guaricanas, os agentes encontraram uma quantidade expressiva de palmito in natura parcialmente picado. Além disso, havia palmito já armazenado em vidros de conserva, prontos para comercialização, porém sem qualquer rótulo ou identificação.

A polícia disse ter encontrado também vidros vazios, uma panela industrial, botijões de gás e várias caixas utilizadas para transporte, sem documentação sobre a origem e o destino do produto.

Segundo os agentes, o local não tinha condições mínimas de limpeza. Eles encontram baratas nas paredes, insetos entre as caixas, acúmulo de sujeira e água suja parada. Não tinha um espaço apropriado para higienização dos produtos ou dos manipuladores, além de restos de palmito e lixo pelo chão.

O homem encontrado no local foi enquadrado por “vender, ter em depósito para vender, expor à venda ou entregar matéria-prima ou mercadoria em condições impróprias para o consumo”. A pena de detenção varia de dois a cinco anos ou multa.

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Em nota, a Polícia Civil orienta a população a denunciar práticas irregulares que coloquem em risco a segurança alimentar das pessoas por descumprimento a normas sanitárias.

Fotos mostram fábrica clandestina de palmito em Ascurra