Muitas pessoas acreditam que barrinhas de proteína são opções menos calóricas, mas algumas podem ter tantas calorias quanto um simples chocolate. A diferença está nos ingredientes, pois além de calorias é preciso avaliar a qualidade dos ingredientes e como eles se encaixam na rotina, avaliam os nutricionistas.
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Afinal, barrinhas de proteína engordam?
Tudo depende da composição. Barras com excesso de açúcares ocultos, como xarope de milho ou maltodextrina, podem favorecer o ganho de peso. Já versões com proteínas de qualidade e adoçantes naturais, como xilitol, são mais saudáveis.
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Uma boa barrinha deve ter pelo menos 10g de proteína, fibras e zero aditivos químicos. Prefira as com whey protein, albumina ou caseína, sugerem nutricionistas.
Quando consumir para melhores resultados
O horário ideal varia conforme o objetivo. No pós-treino, ajuda na recuperação muscular. Já em lanches, substitui refeições incompletas. Mas a maioria dos nutricionistas recomenda estabelecer um limite para consumo, conforme suas necessidades.
A dica é ler o rótulo: os primeiros ingredientes listados são os mais abundantes. Opte por versões com composições que se encaixem na sua dieta e fuja de gorduras hidrogenadas. Quanto menos nomes estranhos, melhor.
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As proteínas são essenciais para o corpo pois ajudam a construir músculos, melhoram a pele, cabelos e até unhas. Sem proteína, perdemos massa muscular e o viço da pele, explicam os especialistas. Por isso, barrinhas podem ser úteis, mas devem ser usadas como auxiliares e não substituem fontes tradicionais, como carnes e ovos.
Quem deve evitar?
Pessoas com restrições a ingredientes específicos, como lactose (presente no whey), devem optar por versões veganas. Quem tem problemas renais também precisa moderar o consumo, já que excesso de proteína sobrecarrega os rins.
Barrinhas de proteína não são vilãs, podem ser aliadas, mas exigem atenção. Escolha marcas de confiança e consuma com equilíbrio. Afinal, as barrinhas são práticas, mas não milagrosas.
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