Um dos nomes anunciados para o BBB 26 na noite desta segunda-feira (12) foi o do ex-jogador de futebol Edílson Capetinha, atualmente com 55 anos. Quando atuava, ele se destacou na posição de atacante em clubes como Palmeiras, Corinthians, Flamengo e seleção brasileira.

Continua depois da publicidade

Era tido como um atleta agudo nas jogadas, que infernizava a vida das defesas adversárias, a ponto de ganhar o apelido de Edílson Capetinha. Nos dias atuais, ele seria mais um daqueles chamados de “ousadia e alegria”, pela forma desafiadora como encarava os rivais, sempre com irreverência fora de campo.

Mas de onde veio a origem do apelido que ele carrega até hoje e vai “para o ataque” na casa mais vigiada do Brasil? Segundo o próprio jogador, a alcunha de Edílson Capetinha surgiu a partir de um apresentador da TV Gazeta, de São Paulo: Roberto Avallone (exclamação!).

– Ele colocava apelido em todo mundo: ‘Animal’ no Edmundo, ‘El Matador’ no Evair, ‘Enceradeira’ no Zinho. E começou a me chamar de ‘Capetinha’. Aí pegou, por tudo aquilo que eu fazia dentro de campo. Não tem nada a ver com o que as pessoas pensam – contou o ex-jogador em entrevista ao Globo Esporte, em 2011.

Apesar de se divertir, Edílson diz que o apelido não combina com ele, pois se enxerga como um sujeito calmo, tranquilo. Porém, quando estava dentro de campo, aí sim ele “encarnava” o capetinha e infernizava os zagueiros e “causava”.

Continua depois da publicidade

Em 1999, na decisão do Campeonato Paulista, Edílson resolveu fazer uma embaixadinhas no jogo contra o Palmeiras. O lance não caiu bem com os rivais e foi o início de uma confusão generalizada em campo, com socos, pontapés e tudo mais.

Quem é Edílson Capetinha, do Camarote do BBB 26

Edílson da Silva Ferreira é natural de Salvador (BA) e fez sucesso como jogador de futebol em diversos clubes do Brasil, do exterior e na Seleção Brasileira. Ele se destacou pelo Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Vasco, Guarani, além da dupla Bahia e Vitória.

O ex-atacante foi campeão do Campeonato Brasileiro pelo Palmeiras, em 1993, e pelo Corinthians, em 1998 e 1999. Como também conquistou títulos estaduais pelo Palmeiras (1993 e 1994), Corinthians (1999), Flamengo (2001) e Vitória (2004).

Além disso, também defendeu o Corinthians no Mundial de Clubes da FIFA de 2000, torneio no qual foi eleito o melhor jogador da competição. Pelo feito, tornou-se um dos ídolos da torcida do Timão.

Continua depois da publicidade

No futebol internacional, Edílson Capetinha jogou pelo Benfica, de Portugal, e também no futebol japonês, defendendo a camisa do Kashiwa Reysol. Entre idas e vindas da aposentadoria, em 2016 ele encerrou definitivamente a carreira pelo Taboão da Serra-SP.

Fora dos campos, Edílson Capetinha montou uma empresa voltada ao ramo de entretenimento e, em 2013, participou da Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão. Ele também atuou como comentarista em emissoras de rádio e TV.

Atuação do ex-jogador na Seleção Brasileira

Ao longo de nove anos vestindo a camisa da Seleção Brasileira, o ex-atacante disputou 24 partidas, com retrospecto de 17 vitórias, quatro empates e três derrotas, além de seis gols marcados pela Amarelinha.

Edílson entrou em campo em quatro partidas da Copa do Mundo de 2002. Foi titular em duas delas, contra Costa Rica e Turquia, e entrou do banco contra China e Inglaterra. Ao todo, o atacante somou 170 minutos em campo no Mundial e contribuiu com uma assistência para Ronaldo marcar diante da Costa Rica.

Continua depois da publicidade