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    Brasil tem mais dois casos suspeitos de coronavírus, diz ministro da Saúde

    Mais cedo, Ministério havia confirmado apenas o caso de uma estudante que está internada em Belo Horizonte

    28/01/2020 - 19h52 - Atualizada em: 29/01/2020 - 11h17

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    Por Agência Brasil
    Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde
    Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde
    (Foto: )

    O Ministério da Saúde confirmou no fim da tarde desta terça-feira (28) mais dois casos suspeitos de coronavírus no Brasil: um no Rio Grande do Sul e outro no Paraná. Mais cedo, a pasta havia informado sobre o caso de uma estudante de 22 anos, que está internada em Belo Horizonte (MG) com suspeita de portar o vírus.

    Segundo o Ministério, esses pacientes se enquadram na atual definição de caso suspeito. Eles apresentaram febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório; além de terem viajado para a China, país onde a contaminação teve início, nos últimos 14 dias. Não foram divulgados mais detalhes dos casos.

    Na manhã desta quarta-feira (29), a Secretaria da Saúde do Paraná descartou a suspeita de coronavírus em paciente de Curitiba

    Dados do Ministério da Saúde apresentados na manhã desta terça-feira mostraram que, no período de 3 a 27 de janeiro, foram analisados 7.063 suspeitas de pessoas com coronavírus no país. Desses, 127 exigiram a verificação mais detalhada e apenas o caso da estudante em Belo Horizonte havia sido enquadrado como suspeita.

    Diante da epidemia que tem se espalhado rapidamente pela Ásia e atingindo também países da Europa e da América do Norte, o ministério recomenda que os brasileiros evitem viagens à China. O ministro Luiz Henrique Mandetta pediu para que as viagens apenas sejam realizadas se forem necessárias.

    — Nós desaconselhamos e não proibimos as viagens para a China. Não se sabe, ainda, qual é a característica desse vírus que é novo; sabemos que ele tem alta letalidade. Não é recomendável que a pessoa se exponha a uma situação dessas e depois retorne ao Brasil e exponha mais pessoas. Recomendamos que, não sendo necessário, que não se faça viagens, até que o quadro todo esteja bem definido — disse durante a coletiva.

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