O menino de 11 anos que sofreu queimaduras em aproximadamente 80% do corpo após uma explosão em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, continua internado no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, onde recebe tratamento especializado. A família informou nos últimos dias que o quadro clínico da criança tem apresentado evolução.

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Em publicação nas redes sociais, o pai do menino, Evandro Cella, relatou que cada conquista alcançada pelo filho tem sido celebrada pela família e agradeceu as inúmeras manifestações de apoio recebidas desde o acidente.

“A recuperação segue avançando, e cada pequena conquista é motivo de muita gratidão. Comemoramos cada batalha vencida, sabendo que a caminhada ainda é longa. Nosso muito obrigado a todos que continuam orando, torcendo e nos apoiando”, escreveu.

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Ainda segundo o pai, a família segue confiante na recuperação da criança e destacou a importância da solidariedade recebida durante esse período.

“Seguimos firmes, com fé, esperança e a certeza de que Deus continuará guiando cada passo dessa recuperação”, afirmou.

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Relembre o caso

O acidente aconteceu no dia 22 de junho, em Chapecó. Conforme relatos de familiares, o menino manuseava um equipamento de solda, em um espaço utilizado para a fabricação de esquadrias, quando ocorreu uma explosão.

Devido à gravidade dos ferimentos, a criança sofreu queimaduras em cerca de 80% do corpo. Apesar da situação crítica, as equipes de resgate encontraram o menino consciente, embora apresentasse sinais de desorientação.

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Inicialmente, ele foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Oeste (HRO), onde recebeu os primeiros atendimentos e permaneceu sob cuidados intensivos.

Após apresentar melhora no quadro clínico, o menino foi transferido na tarde de 24 de junho para o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, referência estadual no atendimento de crianças com queimaduras de alta complexidade.

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A remoção ocorreu por meio de uma aeronave Beechcraft King Air B200, equipada para transporte aeromédico de pacientes em estado delicado. O voo partiu de Chapecó e durou aproximadamente uma hora e meia. A operação contou com a participação de equipes do Samu, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.