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Caso Emili: após cinco anos desaparecida, há expectativas de que menina de Jaraguá do Sul esteja viva

A criança desapareceu no dia 21 de maio de 2014 e Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas segue com investigações

21/05/2019 - 20h03 - Atualizada em: 21/05/2019 - 21h31

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Redação
Por Redação AN
Emili Anacleto sumiu em 21 de maio de 2014 em Jaraguá do Sul
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Nesta terça-feira (21) completaram-se cinco anos do desaparecimento de Emili Anacleto, que tinha um ano e 11 meses na época. Ela sumiu no dia 21 de maio de 2014, depois de ser levada pelo pai, Alexandre Anacleto, da casa onde vivia com a mãe.

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Para o delegado que cuida do caso, Wanderley Redondo, da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD), como não foi encerrado, há possibilidades de ela estar viva.

— Ainda não tivemos atualizações nem novas informações desde então, e o caso segue aberto. Por isso, para nós há a expectativas de que ela esteja viva — afirma.

Segundo relato de testemunhas, a menina chegou a ser vista em Barra Velha, na época. Mas três dias depois do sumiço, o corpo de Alexandre foi encontrado carbonizado dentro de seu carro, que também foi queimado, na praia de Itajuba, em Barra Velha.

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Polícia de Massachussets veio a Jaraguá do Sul após suspeita de que uma menina encontrada morta nos Estados Unidos pudesse ser a Emili
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Em setembro de 2015, depois de uma série de manifestações de internautas, um agente da Homeland Security Investigation, órgão do governo norte-americano que trabalha com desaparecidos, veio a Jaraguá do Sul colher amostras de DNA da mãe de Emili. Havia a suspeita de que uma menina encontrada morta nos Estados Unidos pudesse ser a garotinha de Jaraguá do Sul.

A idade não batia, e não havia qualquer suspeita de que a menina pudesse ter ido parar no exterior. Mesmo assim, foi feito um exame de DNA que descartou qualquer possibilidade de ser a mesma criança. A menina norte-americana foi achada carbonizada no Estado de Massachusetts, em julho.

O que motivou o novo passo na investigação foi a divulgação, na internet, de uma imagem da reconstituição facial da menina norte-americana.

Mesmo não sendo comprovada qualquer relação entre Emili e a criança encontrada morta nos Estados Unidos, as informações genéticas ficarão disponíveis em um banco de dados americano. Assim, podem ser comparadas com futuros casos suspeitos.

Menina estaria em lugar seguro, segundo o pai

Antes de desaparecer e de ser encontrado morto, Alexandre disse aos familiares que a menina estaria em um lugar seguro. A informação era uma das esperanças da Polícia Civil e da família para encontrá-la viva e bem.

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Policiais de Jaraguá do Sul, Barra Velha, Itajaí e Florianópolis foram mobilizados para atender o caso.

Em outubro de 2016, a polícia criou uma imagem da reconstituição facial da menina
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