Caso P. Diddy: Mike Tyson manda mensagem de apoio ao rapper acusado de tráfico sexual

Ex-campeão mundial de boxe afirmou em entrevista que "deseja o melhor" ao rapper

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Mike Tyson manda mensagem de apoio ao rapper acusado de tráfico sexual

Rapper está preso desde 16 de setembro (Foto: Redes sociais, Reprodução)

Em meio a polêmica envolvendo acusação de tráfico sexual e outros crimes, o rapper e empresário americano Sean “Diddy” Combs, preso desde 16 de setembro, recebeu apoio do ex-campeão mundial de boxe, Mike Tyson. Em entrevista ao Daily Mail, o atleta falou que “deseja o melhor” para o cantor e que se sente “feliz” por ser associado a ele. 

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— Espera, eu sou sinônimo de Diddy? Bem, isso é legal. Desejo o melhor para ele. Na vida, desejo o melhor para ele — comentou Tyson em entrevista ao jornal britânico. 

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Tyson e P. Diddy são amigos desde o início da carreira do rapper. Os dois foram vistos juntos em diversas ocasiões, como no Festival de Cannes (2008) e em uma luta de boxe no Madison Square Garden (2004). Em 2017, eles assistiram juntos à famosa luta entre Floyd Mayweather Jr. e Conor McGregor em Las Vegas.

Julgamento do rapper P. Diddy, acusado de tráfico sexual, é marcado para 2025

Em uma entrevista de 2023 ao PBD Podcast, o ex-campeão falou sobre a amizade com o rapper e descreveu o cantor como uma pessoa “incrível”. 

— Eu o conheço há muito tempo, antes mesmo de ele ser Diddy. Quando me tornei campeão pela primeira vez, ele já estava por perto. 

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Veja imagens do rapper

Entenda as acusações contra Diddy 

Conhecido como Puff Daddy e P. Diddy, Sean Combs é um poderoso magnata do setor musical e foi mentor de diversos astros da música, como Usher. Também é um dos responsáveis pela transformação do gênero do hip hop.

Na apresentação do caso, a promotoria levou 14 páginas de acusação contra o rapper, incluindo crimes como participação em um incêndio criminoso, suborno, sequestro e obstrução da Justiça. No entanto, o caso foi levado aos tribunais após as investigações apontarem a participação de Combs na organização de “freak-offs” e depois encobrir qualquer dano aos quartos de hotel ou às pessoas envolvidas.

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O “freak-offs” eram festas que envolviam “maratonas sexuais” em que mulheres se reuniam com prostitutos para fazer sexo em uma suíte de hotel de luxo que, segundo o governo, era preparada para filmagem e abastecida com óleo de bebê e drogas. Nesta ação, geralmente outro homem observava e, às vezes, gravava os eventos em vídeo.

De acordo com a acusação, essas sessões eram performances sexuais elaboradas e produzidas, que envolviam uso de drogas e sexo coagido. Durante as investigações foram encontrados milhares de frascos de óleos de bebês e lubrificantes, além de fluidos intravenosos que, de acordo com a promotoria, eram usados para reidratar os participantes, já que eles ficavam tão debilitados que precisavam desses fluidos para se recuperar.

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A defesa do rapper afirma que ao menos seis homens apontados como trabalhadores sexuais negaram que o ato não foi consensual ou se possuía alguma vítima bêbada ou drogada durante as festas de Combs. Aos serem questionados se havia o menor indício de que uma mulher não estivesse consentido o ato, eles também negaram, segundo o advogado.

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