Um morador de Itajaí de 42 anos foi preso enquanto curtia o Carnaval na Bahia por supostamente ter chamado duas funcionárias de um camarote de “macaca, preta e escrava”, conforme informações da Polícia Civil de Salvador. Ele passou por audiência de custódia após o episódio e permaneceu detido por racismo.
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O caso ocorreu no camarote baiano no dia de Carnaval (terça-feira, 17), em um espaço instalado no centro comercial no bairro da Barra, em Salvador. As trabalhadoras denunciaram o ataque e a equipe do camarote acionou a Polícia Militar.
Na delegacia, foi autuado por discriminação racial. Ao delegado, o homem negou as acusações e disse que já era a décima vez que viajava ao Estado para aproveitar o Carnaval. A Justiça, porém, determinou a manutenção da prisão.
O catarinense não foi o único preso por racismo na cidade durante o feriado. No sábado (14), um homem de 60 anos chamou um trabalhador em um festejo na região do Campo Grande de “preto e macaco”.
Em nota, a organização do camarote onde a denúncia envolvendo o catarinense ocorreu lamentou o crime e afirmou que foi um “episódio isolado”, mas que há o compromisso de “combater qualquer ato de racismo ou discriminação”.
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