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Minas Gerais

Catarinenses são presos suspeitos de aplicar golpes em caixas eletrônicos 

Trio foi encontrado em um hotel de Belo Horizonte e é acusado de praticar o crime de "pescaria" nas agências bancárias

03/06/2019 - 23h19 - Atualizada em: 03/06/2019 - 23h40

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Redação
Por Redação DC
Material que foi encontrado com o trio catarinense
Material que foi encontrado com o trio catarinense
(Foto: )

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, no domingo (2), três homens suspeitos de arrombar caixas eletrônicos. Uma informação recebida por um policial de folga ajudou na prisão do trio. Em depoimento, eles afirmaram que eram de Santa Catarina.

Depois que o policial recebeu a denúncia, um grupo foi deslocado até uma agência bancária, onde encontraram um dos suspeitos abrindo um envelope de depósito bancário, com uma quantia em dinheiro.

Os valores, segundo a polícia, tinham sido furtados de outro caixa eletrônico. O suspeito estava retirando o dinheiro do envelope para depositar na conta de outro comparsa. Na sequência, os policiais foram até um hotel, na região central de Belo Horizonte, onde prenderam os outros dois suspeitos.

Durante uma revista no quarto em que estavam hospedados, os policiais encontraram um ticket de um guarda-volumes. No local, os homens guardavam uma série de equipamentos que, segundo a polícia, são usados para arrombar e furtar o dinheiro das máquinas.

Crime da pescaria

Segundo a polícia mineira, os catarinenses cometem crimes em todo o Brasil. As investigações apontem que eles esperavam as pessoas depositarem o dinheiro e "pescavam" o envelope, colocando a quantia furtada na conta de integrantes do grupo. Com o trio foram apreendidas ferramentas que são usadas no arrombamento de caixas eletrônicos, além de grande quantidade de envelopes.

Um dos homens, que é natural de Joinville, tem passagem pela polícia pelo mesmo crime no qual foi preso. Em 2013, foi detido em flagrante, após arrombar um caixa eletrônico do Banco do Brasil, na zona norte do Rio de Janeiro.

Em entrevista à rádio Itatiaia, um deles disse que foi a Belo Horizonte comprar carros, já que trabalha com revenda de veículos. Sobre as ferramentas, ele informou que usa para trabalhar e que estava com muitos envelopes porque depositaria R$ 7 mil.

Agora, as investigações do caso devem prosseguir, para descobrir se há outras pessoas envolvidas na quadrilha. Os suspeitos seguem presos em Belo Horizonte.

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