O Governo Federal lançou uma nova fase do programa Celular Seguro. A iniciativa ganhou ferramentas inéditas que devem ir além da proteção de apps bancários e dados pessoais nos casos de roubo de smartphones.
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O objetivo principal agora, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), é combater diretamente a receptação, comercialização de produtos obtidos por furto ou roubo no mercado irregular, e aumentar a recuperação de aparelhos em todo o país.
O que mudou
Até então, o aplicativo funcionava como um “botão de emergência”. Ativando, o usuário conseguia bloquear o chip, o aparelho e o acesso a bancos com poucos cliques, inutilizando o smartphone. Agora, o foco vai além do bloqueio inicial: ele preserva o IMEI, código identificador do celular, mesmo após roubo ou troca de chip.
Segundo o Ministério da Justiça, o cruzamento de informações vai permitir identificar onde os aparelhos roubados estão sendo ligados. Isso facilita o rastreamento das redes criminosas que compram e revendem dispositivos no mercado paralelo.
Nova fase também facilita devoluções
A nova etapa também integra os dados do aplicativo com as polícias civis de todos os estados do Brasil e promete agilizar o processo de devolução.
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Com a nova fase, quando a polícia apreender uma carga de celulares roubados, o sistema vai identificar o dono legítimo imediatamente por meio do cadastro no Celular Seguro. O cidadão receberá um aviso para retirar o seu dispositivo de forma segura.
Como usar o Celular Seguro?
O programa já conta com milhões de brasileiros cadastrados. Para utilizar as novas funções, não é preciso baixar um novo aplicativo, podendo ser realizado direto no site do serviço.
O usuário só precisa manter o app atualizado na loja do Android ou do iPhone e garantir que os contatos de confiança estejam preenchidos. A ferramenta é totalmente gratuita e integrada à conta Gov.br.
