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Risco à saúde

Cinco áreas de cultivo de ostras e mexilhões no Litoral de SC são interditadas por causa de toxina

Estado proibiu o consumo, retirada e comercialização dos moluscos de locais em Bombinhas e Governador Celso Ramos

23/10/2019 - 13h45 - Atualizada em: 23/10/2019 - 16h31

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Redação
Por Redação DC
Ostras
Em Porto Belo há interdição parcial e somente a retirada de ostras está liberada
(Foto: )

Áreas de cultivo de ostras e mexilhões em Bombinhas e Governador Celso Ramos, no Litoral de SC, estão interditadas pelo governo do Estado por causa da presença de uma toxina que pode causar náusea, vômitos, diarreia e dores abdominais nos humanos. A interdição afeta as localidades de Zimbros e Canto Grande (Bombinhas), Canto dos Ganchos, Calheiros e Ganchos de Fora (Governador Celso Ramos).

Nas cinco áreas interditadas, estão proibidos o consumo, retirada e comercialização de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões e seus produtos, inclusive nos costões e beira da praia. Exames de laboratório detectaram a presença de ácido ocadaico nos cultivos de moluscos nas regiões, uma toxina que pode causar riscos se consumida pelos humanos.

Além das interdições, os cultivos em Porto Belo seguem com interdição parcial. Está liberada a retirada de ostras, comercialização e consumo em Perequê, Ilha João da Cunha e Araçá. Nestes locais a interdição está mantida para mexilhões, vieiras e berbigões.

As ostras foram liberadas a partir de dois resultados negativos consecutivos para presença da toxina diarreica. Segundo a Secretaria da Agricultura do Estado, há uma diferença na filtração de outros moluscos como os mexilhões, por isso a interdição parcial.

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos e o único Estado do país que faz o monitoramento permanente das áreas de cultivo.

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