Uma cobra resolveu dar “as caras” em uma escola de Jaraguá do Sul e precisou ser resgatada. A serpente foi encontrada em uma árvore, dentro da unidade escolar. Em vídeo publicado na quarta-feira (22), o biólogo responsável pelo resgate mostra como fez para retirar a cobra do local. O pequeno “rolê” da serpente, porém, terminou com o profissional picado.
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Para conseguir tirar a cobra-cipó do local, o biólogo usou um instrumento improvisado: uma vassoura. Após descer o animal, ele a pegou com as mãos e, neste momento, recebeu uma mordida. Destaca-se que a cobra-cipó não é peçonhenta, entretanto, a mordida dela pode causar infecções, caso a região da picada não seja limpa.
Depois do resgate, o animal foi devolvido à natureza e o biólogo fez a higienização do local onde foi mordido.
Em caso de aparecimento de serpentes, a população pode acionar o Corpo de Bombeiros para resgate. Em Jaraguá do Sul, o serviço também é oferecido pela Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama).
Confira o vídeo do resgate
Quais são as cobras mais comuns em SC
Serpente conhecida como cobra-cipó pode chegar a um metro de comprimento

Segundo o Instituto Butantan, a cobra-cipó é conhecida por ser mais fina e ter porte mediano, podendo chegar a um metro de comprimento quando se torna adulta. Por essas características, ela é conhecida pela agilidade e rapidez, e pode ter comportamentos variados, sendo dócil e agressiva em diferentes situações.
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Se ela se sentir ameaçada, ela também pode morder, como foi o caso em Jaraguá do Sul. Entretanto, não é uma cobra capaz de matar seres humanos, de acordo com o Butantan.
Ainda conforme o instituto, ela é classificada como uma ótima caçadora. A alimentação da cobra-cipó é baseada, principalmente, em rãs, mas ela também consome lagartos. Tem reprodução ovípara, ou seja, seus filhotes se desenvolvem dentro de ovos.










