O custo da energia elétrica no Brasil segue como um dos principais pontos de pressão no orçamento de famílias e empresas. Recentemente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou uma série de reajustes que devem atingir mais de 22 milhões de unidades consumidoras, com índices que podem chegar a 15% de aumento. 

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Esse movimento, somado ao acionamento recorrente de bandeiras tarifárias em períodos de menor geração hidrelétrica, tem elevado o peso da conta de luz no orçamento mensal. Por isso, os consumidores têm procurado, cada vez mais, alternativas para gerar a própria energia. A solar é a principal, líder na expansão da matriz energética no país. Esse cenário ajuda a explicar o avanço consistente da geração própria de energia. 

Segundo a ANEEL, o Brasil ultrapassou a marca de 66 GW de potência instalada em energia solar até o início de 2026. A modalidade residencial e empresarial de pequeno porte representa uma fatia significativa desse crescimento, impulsionada principalmente pela busca por economia e previsibilidade.

Alta nas tarifas acelera mudança no consumo de energia

Em Santa Catarina, o movimento acompanha a tendência nacional. Com forte presença industrial e alto consumo energético no setor de serviços, o estado tem registrado aumento na adesão a sistemas fotovoltaicos, especialmente entre pequenos e médios empreendedores. 

Hoje, a energia solar não é mais vista apenas como uma alternativa para os consumidores, mas, é uma estratégia financeira para reduzir custos. Entre os benefícios dessa fonte energética, está a previsibilidade no investimento e os baixos custos operacionais, além de ser uma alternativa para fugir das tarifas voláteis. 

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Outro benefício é que o mercado solar está em forte desenvolvimento. A cada ano, novas soluções tecnológicas ampliam as possibilidades, como sistemas híbridos com baterias e modelos de compensação de créditos energéticos. 

Para somar às facilidades, em 2026, os consumidores também têm diversas  condições de financiamento e acesso à tecnologia. Linhas de crédito específicas, prazos mais longos e redução no custo dos equipamentos contribuíram para democratizar o acesso. Hoje, consumidores conseguem estruturar projetos com parcelas próximas ou até inferiores ao valor da conta de luz convencional.

Feirão em abril acompanha demanda por energia solar em SC

Para contribuir com os consumidores, movimentos de mercado têm buscado oferecer condições e benefícios para quem deseja investir em energia solar. Um exemplo é o Feirão Copa da Economia, promovido pela Rudnik Energia Solar ao longo de abril. A iniciativa conta com condições diferenciadas de pagamento e incentivos adicionais, para facilitar o acesso. 

Além disso, durante o mês de abril, a Rudnik tem promovido diversas ações de engajamento, como a como a distribuição de camisetas temáticas e o sorteio de quatro viagens com acompanhante para o Rio de Janeiro, para acompanhar o último amistoso da Seleção Brasileira antes da Copa. 

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Com forte atuação no estado, a Rudnik Energia Solar já tem oito anos de experiência no Alto Vale do Itajaí, e se tornou uma das maiores referências do setor. A empresa já realizou a instalação de mais de 15 mil sistemas, com um modelo que acompanha os clientes desde o projeto até o suporte pós-venda.  Esse posicionamento permitiu à companhia atuar de forma abrangente, em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais. 

Além da expansão em território nacional, a empresa também tem investido em inovação e novos modelos de negócio dentro do setor energético.  Com mais de 300 mil módulos solares implantados e centenas de milhões de reais já economizados por clientes, a atuação da Rudnik também inclui monitoramento em tempo real e foco em performance ao longo do tempo. 

Para saber mais sobre a empresa, fale com a Rudnik Energia Solar.