Empreendimento preserva chaminé original e combina serviços de saúde, comércio e unidades residenciais. (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
A paisagem urbana de Matosinhos Sul, em Portugal, se transformou nos últimos anos com a revitalização da antiga fábrica de conserva da Brandão & Companhia Ltda. O empreendimento, que faz parte do Plano de Urbanização assinado pelo arquiteto Álvaro Siza, transformou o edifício histórico em um complexo de uso misto que reúne saúde, lazer, trabalho e moradia em um único quarteirão.
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O projeto foi eleito “Obra do Ano” na categoria “Arquitetura Industrial”, pelo ArchDaily Building of the Year Awards, uma das premiações mais prestigiadas da arquitetura contemporânea.
Veja como ficou a antiga fábrica abandonada
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A antiga fábrica de conservas agora reúne saúde, lazer, trabalho e moradia em um único quarteirão de Portugal (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
O empreendimento faz parte do Plano de Urbanização assinado pelo renomado arquiteto Álvaro Siza (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
A proposta buscou resgatar a memória coletiva do local ao reconstruir a icônica chaminé original da fábrica (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
O projeto foi eleito “Obra do Ano” na categoria Arquitetura Industrial pelo prestigiado ArchDaily Building of the Year Awards (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
Onde antes funcionava a produção de conservas, agora se instalam laboratórios médicos, clínicas e escritórios (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
O último pavimento do edifício histórico foi reservado para blocos de habitação coletiva (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
Diferente da estrutura original, o novo projeto introduziu áreas verdes e permeáveis para integrar o espaço (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
O pátio interno conecta as diferentes zonas do complexo e garante a entrada de luz natural em todos os blocos (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
Materiais como o concreto pigmentado e a chapa de alumínio reforçam o diálogo entre a robustez do passado e a leveza moderna (Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
(Foto: Fernando Guerra, OODA, Divulgação)
A proposta buscou resgatar a memória coletiva do local, reconstruindo o envelope externo e a icônica chaminé original da fábrica. Antigamente, funcionava no local a produção de conservas, agora se instalam um laboratório médico, uma clínica de saúde, escritórios e espaços comerciais nos andares térreos e no primeiro andar. O último pavimento foi reservado para blocos de habitação coletiva.
Integração e sustentabilidade
Diferente da estrutura original, que ocupava quase toda a extensão do terreno, o novo projeto introduziu áreas verdes e permeáveis. O pátio interno conecta as diferentes zonas e garante a entrada de luz natural em todos os blocos.
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Segundo o memorial descritivo dos arquitetos, a escolha dos materiais reforça o diálogo entre épocas, como o concreto pigmentado remete à robustez da massa herdada, enquanto a chapa de alumínio tensionada traz leveza aos volumes suspensos sobre o pátio.