O corpo que foi encontrado dentro de uma mala na Praia do Santinho, em Florianópolis, em dezembro, ainda não foi identificado. A informação foi confirmada ao NSC Total pelo delegado Alex Bonfim, da Delegacia de Homicídios da Capital. Isso porque, segundo ele, o único material genético encontrado para uma possível identificação é a arcada dentária. Contudo, não há informações o suficiente para que a polícia consiga identificar a vítima.
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— Por enquanto, a gente não tem o nosso ponto principal para continuar as investigações, que seria identificar essa pessoa. Nos falta informação. Se algum parente viesse procurar pela vítima, poderíamos pedir uma comparação genética, mas não é o caso — informou Bonfim à reportagem.
Também não há indicação de suspeitos, pelo mesmo motivo, segundo o delegado. A polícia até recebeu denúncias anônimas, mas, após investigações, confirmou-se que nenhuma delas tinha fundamento.
Como o corpo estava em estado avançado de decomposição quando foi encontrado, também não foi possível identificar o gênero ou a idade da vítima.
Relembre o caso
O corpo foi encontrado dentro de uma mala na Praia do Santinho, em Florianópolis, no dia 28 de dezembro. Banhistas que passavam pelo local perceberam uma mala com cheiro forte, e acionaram os guarda-vidas. Dentro da mala, foram encontrados sacos com um corpo em decomposição.
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O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) foi acionado por volta das 17h daquele dia para checar um possível corpo no início da trilha de acesso ao Costão, na Praia do Santinho, no Norte da Ilha.
A mala estaria presa entre as pedras na orla da praia e o cheiro forte chamou a atenção de quem passava pelo início da trilha. Ao abrir a mala, as equipes se depararam com sacos com um corpo em estado avançado de decomposição, sendo que não era possível identificar o gênero ou a idade da vítima.







