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Delegado diz que "tudo indica" que Exército fuzilou carro de família por engano no Rio

Veículo foi atingido por mais de 80 disparos; Evaldo dos Santos Rosa, 51 anos, morreu na hora

08/04/2019 - 09h33 - Atualizada em: 08/04/2019 - 09h36

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Por GaúchaZH
Conhecido como Manduca, Evaldo dos Santos era músico e tocava cavaquinho no grupo de samba Remelexo da Cor
Conhecido como Manduca, Evaldo dos Santos era músico e tocava cavaquinho no grupo de samba Remelexo da Cor
(Foto: )

O delegado Leonardo Salgado, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, afirmou neste domingo (7) que "tudo indica" que os militares do Exército que mataram Evaldo dos Santos Rosa, 51 anos, na região da Vila Militar, na zona oeste do Rio, agiram por engano ao confundir o carro da vítima com o de assaltantes. As informações são do portal G1.

O Comando Militar do Leste (CML), em um primeiro momento, negou essa versão e disse que respondeu a uma "injusta agressão" de "assaltantes". Depois, o CML determinou que todos os militares e testemunhas fossem ouvidos na Delegacia de Polícia Judiciária Militar.

Evaldo dos Santos Rosa estava com outras quatro pessoas dentro do carro atingido por mais de 80 disparos na tarde de domingo: a esposa, o filho (de sete anos), o sogro e uma amiga da família. Eles estavam indo para um chá de bebê.

O sogro de Evaldo foi atingido nos glúteos durante o tiroteio. Uma pessoa que estava fora do veículo também foi baleada ao tentar ajudar as vítimas.

De acordo com a amiga da família que estava dentro do carro, os militares não teriam feito nenhuma sinalização antes de abrir fogo contra o veículo. Músico e segurança, Evaldo também era conhecido como Manduca e foi integrante tocando cavaquinho no grupo Remelexo da Cor.

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