Uma discussão religiosa teria motivado a morte de Allison Cristhian Pereira Lima, de 23 anos, em Joinville. A vítima foi encontrada morta em casa após ser asfixiada. Um dos dois homens envolvidos no homicídio foi preso na noite de quarta-feira (21) e já foi ouvido pela Polícia Civil.
Em entrevista à CBN Joinville na manhã desta quinta-feira (22), o delegado Eduardo Defaveri afirmou que Allisson conheceu os dois suspeitos no dia do crime, após sair de uma boate, ainda no sábado (17).
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Veja fotos do jovem encontrado morto
A dupla se encontrou com a vítima em um posto de combustível na Rua Getúlio Vargas, no bairro Bucarein. No local, Allisson estava acompanhado de uma amiga. Saindo do estabelecimento, o grupo foi para a casa da vítima, localizada na região, onde jogaram videogame e consumiram bebidas alcoólicas até a manhã de domingo (18).
Era por volta das 8h quando a amiga foi embora do local. Em determinado momento, após a saída da mulher, um dos homens deixou a casa e, quando retornou, o jovem e o principal suspeito do crime brigavam por conta de “desavença religiosa”, segundo o delegado.
Após a confusão, a dupla matou a vítima asfixiada com um fio de secador de cabelo. Ainda de acordo com Defaveri, mesmo depois do crime, os suspeitos permaneceram na casa da vítima jogando videogame e consumindo bebidas. Horas depois, deixaram o local com pertences da vítima.
Um dos homens envolvidos na morte de Allisson foi preso na quarta-feira (21) quando voltava do trabalho para casa. O principal suspeito, que teria discutido com a vítima, ainda não foi preso. O crime é tratado como homicídio.
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Como Allisson foi encontrado
O jovem teria morrido durante o domingo (18). Por volta das 10h de segunda-feira (19), um amigo que morava ao lado da casa de Allison estranhou a ausência dele e enviou uma mensagem de texto, que não foi entregue. Ele, então, decidiu ir até o local e o encontrou já sem sinais de vida. O amigo acionou o Samu e a Polícia Militar (PM).
Quando os policiais chegaram ao local, viram que o jovem estava caído no chão de um quarto da quitinete. A corporação ainda verificou que o imóvel estava revirado e o jovem tinha sinais de violência pelo corpo, como no pescoço.
Conforme o boletim de ocorrência, o amigo que acionou os serviços de socorro notou a falta do celular de Allison e de um videogame. Ainda segundo o documento, havia sinais de luta corporal no imóvel e o caso foi classificado como homicídio doloso, quando há intenção de matar.
Assista à entrevista na CBN Joinville
Despedida do jovem
Familiares e colegas lamentaram o que aconteceu com o jovem, que trabalhava como vendedor e consultor de negócios.
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— Ele era meu melhor amigo. Foi uma crueldade o que fizeram com ele — lamenta o amigo.
Outros amigos ainda usaram as redes sociais para falar sobre o caso: “Você não merecia isso que fizeram com você. Descanse em paz, amigo.”





