Imagine olhar para o espaço e não ver mais o azul que define nosso mundo.
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A oceanógrafa Sylvia Earle alerta que “sem os oceanos, não haveria vida como a conhecemos”, pois eles equilibram a química e o clima da Terra.
Pensar nesse cenário assustador ajuda especialistas a entenderem a importância vital das águas marinhas para nossa existência diária.
O descontrole das temperaturas globais
A Terra sofreria oscilações térmicas brutais sem os grandes mares. Eles funcionam como o maior reservatório de calor, absorvendo a energia que vem diretamente do sol.
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Consequentemente, o planeta ficaria quente demais para sustentar qualquer tipo de vida complexa. O clima perderia seu equilíbrio natural e os ecossistemas terrestres simplesmente deixariam de existir.
O fim definitivo das chuvas
A maior parte da umidade do ar surge através da evaporação das águas oceânicas. Sem esse processo contínuo, o ciclo da água entraria em um colapso total em pouco tempo.
Como resultado, as chuvas parariam de cair e os rios secariam completamente pelo mundo. A agricultura se tornaria impossível, afetando a produção de alimentos para toda a humanidade.
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Florestas e animais em risco
A vida terrestre precisa de estabilidade climática e água disponível para conseguir prosperar. Sem os oceanos, as florestas morreriam rapidamente e os incêndios seriam extremamente frequentes.
Além disso, enfrentaríamos uma extinção em massa de espécies em todo o globo terrestre. Os danos à biodiversidade seriam irreversíveis e transformariam a face da nossa querida Terra.
A falta de ar respirável
A oceanógrafa Deborah Bronk destaca que o fitoplâncton marinho gera grande parte do oxigênio mundial. Sem os oceanos, essa produção vital sumiria e prejudicaria gravemente a nossa respiração.
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Além disso, os mares deixariam de filtrar o dióxido de carbono da atmosfera terrestre. O aquecimento global aceleraria rapidamente, tornando o ar muito mais perigoso para os seres vivos.
Os poucos lugares para viver
Michael Mann, climatologista da Universidade da Pensilvânia, afirma que apenas regiões muito específicas ofereceriam alguma chance de sobrevivência.
Áreas polares ou abrigos tecnológicos seriam as únicas opções minimamente viáveis no planeta.
Contudo, essa permanência seria apenas temporária e restrita a pouquíssimos seres humanos. O futuro da nossa espécie estaria seriamente ameaçado nesse triste cenário de deserto global.
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