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    Educadora física renegocia contratos, reduz turmas e oferece aulas virtuais durante a crise

    Empreendedora contou com a capacitação do Sebrae/SC para se adaptar durante a pandemia

    23/06/2020 - 09h19

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    Por Estúdio NSC
    Educadora física renegocia contratos, reduz turmas e oferece aulas virtuais durante a crise
    (Foto: )

    A crise gerada pelo novo coronavírus nos pequenos negócios atingiu o Espaço Saúde e Bem Estar, em Florianópolis, que precisou se adaptar para manter as atividades. Para isso, a empreendedora Fabiana Rebelo contou com o apoio do Sebrae/SC para se organizar financeiramente e conseguir se posicionar para renegociar aluguel, oferecer aulas online e reduzir o número de alunos nos atendimentos presenciais.

    Educadora física especialista em fisiologia do exercício, Fabiana começou a empreender há cerca de 14 anos, com o objetivo de levar o exercício físico como forma de promover saúde, especialmente para reabilitação cardíaca, de forma mais individualizada aos alunos. Ela admite que no início não entendia da parte administrativa de ter um negócio, o que mudou há cerca de quatro anos, quando fez o curso Empretec do Sebrae/SC.

    — Ali foi um divisor de águas, foi quando eu entendi de negócio. Comecei a entender que tinha que ter um controle melhor do que entrava. Eu ia pagando, misturava conta pessoal e empresarial, fazia uma bagunça. Depois do Empretec comecei a colocar tudo em ordem — conta.

    A preparação foi fundamental para encarar o período atual, para o qual ela contou também com o auxílio do Programa Sebrae Delas Mulher de Negócios.

    — Parecia que estava adivinhando o que ia passar agora — reflete, destacando que passou a fazer reservas e se conectar melhor com a clientela e colaboradores. Dividindo o espaço com outras profissionais, que atendem nas áreas de pilates e fisioterapia, elas ficaram cerca de 50 dias de portas fechadas, seguindo as medidas de isolamento social. Nesse tempo, Fabiana renegociou o aluguel da sala e o financiamento com o banco e passou a oferecer aulas virtuais. Com a autorização para voltar às atividades presenciais, ela reduziu o atendimento para no máximo quatro alunos por hora, antes eram até 12, como forma de manter o distanciamento e facilitar a higienização.

    Para o futuro, ela analisa manter uma opção de aula online, que teve boa aceitação dos clientes. A empreendedora também fortaleceu o plano de montar uma plataforma de treinos no Youtube, ideia que pretende colocar em funcionamento após a crise do coronavírus.

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