A expectativa para a Efapi do Brasil é grande. Com 45 mil ingressos já vendidos para os shows pagos, setores especiais da arena estão praticamente esgotados. A feira começa nesta sexta-feira (10) e segue até 19 de outubro no Parque Dr. Valmor Ernesto Lunardi, em Chapecó, reunindo 22 atrações musicais entre sertanejo, pop, rock, pagode, arrocha e eletrônico.
Continua depois da publicidade
Segundo o secretário de Cultura da cidade, Fellipe Quadros, a programação foi planejada com atenção e dedicação para receber milhares de pessoas com conforto e segurança. “Teremos apresentações para todos os gostos, com grandes nomes da música e espaço para artistas locais”, afirma Quadros. No Espaço Bier, 61 artistas locais se apresentam em shows gratuitos e intercalados com food trucks e cervejarias artesanais.
Shows gratuitos
A Efapi terá seis dias de shows gratuitos:
- Sexta (10): Thiaguinho e Chapeleiro Maluco
- Segunda (13): Eduardo Costa e Diego e Danimar
- Terça (14): Alexandre Pires
- Quarta (15): Maiara e Maraísa, Matogrosso e Mathias, Pedro Henrique e João Vitor
- Quinta (16): CPM 22, Reação em Cadeia e Garotos da Rua
- Domingo (19): Thiago Carvalho e Leonardo
Shows pagos
Os shows pagos acontecem em quatro dias:
Continua depois da publicidade
- Sábado (11): Os Caras do Arrocha, Hugo e Guilherme, Grelo
- Domingo (12): Zé Neto e Cristiano, Corpo e Alma, Diego e Victor Hugo
- Sexta (17): Gusttavo Lima
- Sábado (18): Alok, Henrique e Juliano
Setores especiais da arena oferecem experiências diferenciadas, como a Arena com visão frontal do palco, VIP Copo Cheio com copo personalizado e bares exclusivos, Premium Open Food coberto com alimentação assinada pelo Chef Vinícius e Mesas Bistrô com serviço de garçom.
Alguns setores já estão esgotados, e a compra é limitada a dois ingressos por dia e dois passaportes por CPF. Os ingressos estão disponíveis em: www.efapidobrasil.com.br.
Leia também
Efapi 2025: mais de 500 mil visitantes são esperados nos dez dias de feira
Estudo de Chapecó é referência internacional e contribui para iniciativas na Amazônia
