As residências oficiais da Presidência da República em Brasília abrigam uma população curiosa que vai muito além de assessores e convidados. Um levantamento aponta que mais de 10 mil animais vivem hoje no Palácio da Alvorada e na Granja do Torto.

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Entre lagos, jardins e áreas abertas, diferentes espécies dividem o espaço. A lista inclui aves, peixes e répteis, como araras, papagaios, emas, jabutis, patos, carpas e até pirarucus.

O número chama atenção, mas a presença desses animais faz parte da dinâmica ambiental das propriedades presidenciais, que contam com monitoramento técnico para garantir o bem-estar das espécies.

Fauna variada

Os espaços verdes das residências oficiais concentram uma diversidade de animais. Nos lagos, peixes de grande porte dividem o ambiente com espécies menores, enquanto aves circulam livremente pelos jardins.

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Entre os moradores mais conhecidos estão carpas e pirarucus, que ocupam os espelhos d’água das propriedades. Já nas áreas abertas, espécies como emas, papagaios e araras podem ser observadas com frequência.

Essa convivência exige organização e acompanhamento constante. Por isso, equipes responsáveis monitoram alimentação, comportamento e saúde das espécies que vivem no local.

O episódio curioso dos pirarucus

Os pirarucus ganharam destaque recentemente durante um jantar com parlamentares no início de fevereiro realizado na Granja do Torto. Na ocasião, o presidente comentou a origem dos peixes.

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Segundo Lula, o presente veio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A surpresa aconteceu porque a expectativa era receber apenas um exemplar, mas o presidente ganhou vários.

Acompanhamento constante

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência informou que todos os animais recebem acompanhamento técnico regular. Esse monitoramento inclui alimentação, saúde e interação entre espécies.

No caso dos pirarucus, por exemplo, nove exemplares vivem atualmente nos lagos das residências. De acordo com a Secom, todos estão em boas condições e passam por avaliação veterinária.

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Além disso, profissionais observam possíveis mudanças de comportamento ou sinais de estresse. Esse cuidado busca garantir que a convivência entre diferentes espécies permaneça equilibrada.

Equilíbrio ambiental

O número de animais nas residências não permanece sempre o mesmo. Segundo a Secretaria de Comunicação, avaliações periódicas ajudam a definir quando é necessário realocar indivíduos.

Esse controle é especialmente importante nos lagos, onde o crescimento populacional de peixes pode alterar o equilíbrio do ambiente aquático.

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Com esse acompanhamento técnico, o objetivo é manter um ecossistema saudável dentro das propriedades oficiais. Assim, aves, répteis e peixes continuam convivendo nos espaços verdes que cercam as residências presidenciais em Brasília.

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