A organização criminosa que usou uma empresa de venda de colchões para lavar mais de R$ 1,1 bilhão recebia os valores do tráfico de drogas, principalmente de Palhoça, na Grande Florianópolis. Uma megaoperação da Polícia Civil foi realizada nesta terça-feira (14) e cumpriu mais de 30 mandados de prisão em São José, Palhoça e Florianópolis, além de 80 de busca e apreensão relacionados ao caso.
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— É um movimento expressivo, tudo relacionado ao tráfico de drogas, que movimenta muito dinheiro. A atividade econômica da empresa seria, em tese, vendedora de colchões, mas na prática não era isso, era uma financeira do tráfico — destacou o delegado Marcos Fraile.
A investigação é coordenada pela Delegacia de Investigação Criminal de Palhoça. A empresa era do Mato Grosso e a responsável pelo empreendimento mora no Mato Grosso do Sul. A mulher foi alvo de mandado de busca e apreensão.
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FOTOS: Empresa de colchões era fachada para lavagem de dinheiro
Informações obtidas pelo repórter Cristiano Gomes, da NSC TV, mostram que a empresa simulava a venda de colchões e era usada para lavagem de dinheiro para a realização do tráfico de drogas.
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Além de Santa Catarina, também são cumpridos mandados no Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul pela operação, batizada de “Tela Oculta”.
Em um endereço alvo de busca e apreesão em Florianópolis, o delegado destacou a grande quantidade de drogas apreendidas. O balanço de itens apreendidos ainda não foi divulgado oficialmente.
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Para além de cidades da Grande Florianópolis, a operação acontece em Itapema, Balneário Camboriú, Imbituba e Porto Belo. Também foi autorizada a quebra de sigilo bancário de 22 pessoas físicas e 8 pessoas jurídicas.









