A organização de um evento de sucesso envolve uma série de demandas e escolhas estratégicas. Mas para além da montagem, existe um conjunto de normas técnicas, autorizações legais, equipamentos de proteção e procedimentos operacionais, que garantem a segurança de todos os envolvidos, sejam eles o público, equipe técnica, artistas ou fornecedores. Em um setor marcado por prazos curtos e estruturas temporárias, o planejamento de segurança é um dos principais fatores para evitar acidentes e garantir a continuidade das operações.
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Em Santa Catarina, a TCNK é referência na organização de eventos de diversos portes e objetivos. E, para a empresa, a segurança precisa ser pensada desde as etapas iniciais do projeto, antes mesmo da montagem física das estruturas. Tudo começa com a análise do local, definição de fluxos, cálculo de cargas elétricas e verificação de exigências legais junto aos órgãos públicos.
Segundo Helena Carrão, sócia-fundadora da TV
TCNK, tratar a segurança como etapa secundária costuma ser uma decisão que custa caro.
— Quando a segurança não entra no planejamento desde o início, os riscos aumentam para todos. Não é apenas uma exigência legal. É uma responsabilidade direta com pessoas, equipes e com o próprio cliente. Um evento seguro é aquele que consegue acontecer do começo ao fim sem improvisos — afirma.
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Procedimentos básicos de segurança são indispensáveis
Independentemente do tamanho ou do perfil do evento, é importante se atentar aos itens que são considerados obrigatórios. Um deles é a presença de bombeiros civis ou brigadistas treinados, que permite resposta rápida em situações de emergência. Ainda, há a necessidade de elaborar planos de abandono de área, com saídas de emergência sinalizadas e desobstruídas. Em caso de necessidade, é muito importante que o público tenha para onde evacuar de forma simples e efetiva.
Também fazem parte do conjunto mínimo de ações a instalação de extintores de incêndio em pontos estratégicos, a demarcação de áreas de risco para o público e a verificação técnica da carga elétrica utilizada em sistemas de iluminação, sonorização e painéis de LED. Falhas nesses pontos estão entre as principais causas de incidentes em eventos dos mais diversos portes.
Normas regulamentadoras orientam o trabalho das equipes técnicas
Para garantir a segurança de todos os profissionais, o Ministério do Trabalho elaborou Normas Regulamentadoras, que funcionam como
referência técnica nos eventos. Elas são essenciais para reduzir riscos durante montagem, operação e desmontagem.
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No setor de eventos, há duas normas principais:
A NR 10 estabelece critérios de segurança para serviços que envolvem eletricidade, comuns em estruturas de som e iluminação. Já a NR 35 aborda o trabalho em altura, etapa frequente na instalação de trusses, refletores e painéis suspensos. O descumprimento dessas normas expõe profissionais a riscos graves e pode resultar em interdições e multas para a organização.
Além da proteção das equipes, as normas também impactam diretamente a segurança do público, já que estabelecem critérios para estabilidade de estruturas, capacidade máxima dos espaços e circulação de pessoas.
EPIs reduzem acidentes durante montagem, operação e desmontagem
Outro ponto fundamental que exige atenção máxima para os eventos é o uso de Equipamentos de Proteção Individual. Profissionais que se envolvem em demandas de alta periculosidade devem utilizar capacetes, luvas, calçados de segurança, cintos tipo paraquedista e protetores auditivos, principalmente durante a montagem e desmontagem, momentos considerados mais críticos.
De acordo com Helena, o EPI deve ser tratado como uma ferramenta de trabalho por todos os envolvidos no evento. A ausência ou o uso inadequado desses equipamentos está entre os principais fatores associados a acidentes.
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Autorizações legais evitam embargo e responsabilização
Além dos cuidados operacionais, eventos dependem de autorizações específicas para acontecer. Entre elas, estão o alvará municipal, a autorização do Corpo de Bombeiros e, em alguns casos, licenças ambientais e permissões relacionadas à emissão sonora.
A falta de documentação pode resultar no embargo do evento, aplicação de multas e responsabilização civil do organizador. Também, há impacto direto na validade de seguros contratados para cobrir estruturas, equipamentos e pessoas.
Segurança como parte da cultura operacional
Na TCNK Eventos, a segurança é tratada como parte do padrão técnico da empresa. A revisão constante de equipamentos após cada operação, o cumprimento rigoroso das normas regulamentadoras e a exigência de procedimentos padronizados fazem parte do fluxo de trabalho.
Para Helena Carrão, o mercado ainda enfrenta o desafio de conscientizar clientes sobre a importância desses cuidados, especialmente em contextos de orçamento reduzido.
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— Preço não pode ser o único critério. Segurança não aparece na foto do evento, mas sustenta tudo o que está ali. Quando algo dá errado, ela vira o assunto principal. O objetivo é que isso nunca aconteça — destaca.
Com o apoio de uma empresa especializada como a TCNK, todo o evento acontece com proteção, legalidade e tranquilidade para os envolvidos.



