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    ENGIE apresenta

    Entenda como a energia que consumimos pode impactar o meio ambiente

    Conheça algumas das soluções que podem ser implementadas nas empresas para diminuir impactos ambientais

    31/01/2020 - 11h55 - Atualizada em: 13/05/2020 - 10h18

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    Por Estúdio NSC
    Entenda como a energia que consumimos pode impactar o meio ambiente
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    O desafio de cuidar do planeta é de todos. No centro do debate sobre as mudanças climáticas, não estão apenas autoridades e indivíduos, mas também corporações, que, cada vez mais, precisam se preocupar com a redução da emissão de gases responsáveis pelo aquecimento global.

    No entanto, mais eficiente do que adotar medidas compensatórias para evitar a emissão de gases de efeito estufa é pensar em formas de preveni-la. O investimento em energias renováveis, por exemplo, é uma solução em potencial, já que elas não emitem CO2 e ajudam a diminuir impactos das mudanças climáticas.

    Para empresas que consomem energia em grande escala, escolher sua fonte de energia pode ser um bom ponto de partida para começar a contribuir com a sustentabilidade. A consequência dessa escolha também traz benefícios para a imagem da empresa, que passa a se posicionar como uma instituição que se preocupa com o futuro do planeta.

    De onde vem a sua energia?

    Você sabia que pode escolher de onde vem a energia que a sua empresa consome? Ainda que não seja de conhecimento geral, as empresas têm poder de escolha quando o assunto é a energia que utilizam. Optar por fontes energéticas que causem menos impactos ambientais está ao alcance delas.

    Mercado Livre de Energia

    O Ambiente de Contratação Livre (ACL), também conhecido como Mercado Livre de Energia, é um ambiente de negócios criado para que vendedores e compradores possam negociar energia elétrica livremente entre si, considerando a regulamentação do setor. O modelo traz vantagens para ambas as partes, mas, principalmente, para os compradores, que podem contratar energia elétrica diretamente, com amplo poder de escolha, maior competitividade, flexibilidade na negociação e previsibilidade de custos.

    No ACL, o consumidor negocia a quantidade de energia adequada ao perfil de consumo, o período de fornecimento e o preço, podendo prever o quanto vai gastar com energia no período do contrato. Mas o que a energia tem a ver com sustentabilidade da empresa?

    Ao optar por adquirir energia de uma fornecedora que tenha uma matriz energética renovável, a empresa está levantando a bandeira da sustentabilidade e garantindo que as suas escolhas reduzem as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global.

    O que fazer por um mundo mais sustentável?
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    Liberdade de escolha que traz benefícios

    A energia adquirida por meio do ACL permite determinar com precisão os gastos no curto, médio e longo prazo, já que ela não fica sujeita à variação anual das tarifas das distribuidoras. Além disso, quem leva em conta a possibilidade de contribuir para minimizar os efeitos das mudanças climáticas na hora das negociações e opta por comprar energia incentivada – aquela que é proveniente de fontes solar, eólica, biomassa ou de pequenas usinas hidrelétricas – também tem de 50% a 100% de desconto na Tarifa do Uso do Sistema de Distribuição (TUSD).

    No Mercado Livre de Energia, a ENGIE é a maior comercializadora do país: já fornece aproximadamente 2.300 MW a consumidores da indústria, comércio e serviços. Além disso, a ENGIE se orgulha de possuir quase 90% de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa. Referência em serviços de baixo carbono, a empresa também tem a ambição de se tornar líder global da transição para uma economia de baixo carbono para os clientes.

    Incentivo a bikes elétricas

    Além das iniciativas indiretas, a economia de energia também pode ser incentivada de outras formas dentro das empresas, como pelo estímulo a formas alternativas de transporte que previnem a emissão de CO2. Um carro popular a gasolina emite aproximadamente 150 gramas de dióxido de carbono. Na cidade de São Paulo, circulam todos os dias 3,5 milhões de veículos. Se todos eles ficassem em casa um dia por semana, depois de um ano cerca de 10 milhões de toneladas de CO2 deixariam de emitidas na atmosfera. Para se ter uma ideia, esse volume de carbono equivale ao que 57,5 mil árvores nativas da Mata Atlântica levariam 37 anos, durante o seu crescimento, para absorver.

    Então, que tal incentivar seus colaboradores a utilizarem bikes para irem ao trabalho? Atualmente, além das bicicletas normais, estão disponíveis no mercado as e-bikes, modelos elétricos com um motor que dá uma ajuda em trajetos mais difíceis. Além de tirar um carro de circulação, os modelos reduzem o impacto ambiental, contribuem com a mobilidade urbana e ainda incentivam a atividade física.

    Foi com esse intuito que a ENGIE lançou um programa inédito no Brasil. Primeiro, negociou com três indústrias do ramo a compra de um lote desses veículos com descontos que variam de 8% a 32%. Depois, depositou o valor de cada e-bike na conta bancária dos colaboradores, em forma de empréstimo, para que eles pudessem adquirir os veículos. O valor é descontado na folha de pagamento em 12, 24 ou 36 parcelas mensais sem juros. Com isso, 303 pessoas realizaram a compra dos equipamentos.

    A iniciativa está alinhada aos três “Ds” que sintetizam a estratégia global da ENGIE: Descarbonização, Descentralização e Digitalização. Além disso, está alinhada com o intuito da empresa de fomentar o desenvolvimento sustentável em todas as esferas.

    Acesse o site da ENGIE e conheça outras iniciativas da empresa.

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