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    Reserva de emergência representa segurança na hora de investir 

    Não deixe que os imprevistos atrapalhem os seus investimentos e reserve um dinheiro para essas situações   

    21/01/2021 - 17h08 - Atualizada em: 01/03/2021 - 15h53

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    Por Estúdio NSC
    Reserva de emergência, Investe Mais
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    Investir dinheiro é sempre uma boa opção, mas, antes de arriscar em alguma aplicação que envolve mais riscos, é preciso ter constituído uma reserva de emergência. Esse dinheiro é aquele que será destinado caso ocorra algum imprevisto que ultrapasse o valor possível de ser pago com a renda do mês. Por isso, o recomendado é que essa reserva não corra os riscos de grandes oscilações e seja feita em um local que tenha liquidez diária, ou seja: que permita acessar o dinheiro a qualquer momento.

    A reserva de emergência é um item que deve ser priorizado por todo investidor antes de começar a aplicar o seu dinheiro, pois é através dela que virá a segurança financeira. Dessa forma, caso algum imprevisto aconteça, o investidor pode ter um dinheiro de fácil acesso à sua disposição e não precisará mexer nas suas aplicações em médio ou longo prazo, por exemplo. ​

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    Reserva de emergência deve ter uma boa rentabilidade

    Apesar da reserva ser um dinheiro que deve ser acessado facilmente, isso não significa que ela não possa ter uma boa rentabilidade. Segundo a sócia e especialista em investimentos da Warren, Tamara Hernandes, não pensar na reserva como um investimento que faz parte do planejamento financeiro do investidor é um erro comum e muitas pessoas acabam deixando esse montante parado em conta corrente ou até mesmo na poupança.

    — Esse é um erro comum, mas que deve ser desmistificado. Afinal, quando falamos em planejamento financeiro, desde a reserva de emergência, os investimentos para aposentadorias e até mesmo a proteção patrimonial precisam ser alocados de forma inteligente e trazer rendimentos reais, acima da inflação — destaca a especialista.

    Tamara ressalta ainda que a reserva de emergência é parte importante do gerenciamento de riscos patrimoniais e deve ser investida em ativos conservadores e com liquidez.

    — Diversos produtos no mercado oferecem liquidez e segurança, mas é preciso estar atento à rentabilidade. Um exemplo muito comum são os CDBs bancários, que, na maioria das vezes, rendem menos que o CDI ou igual a poupança. Por isso, ao buscar algum produto para sua reserva de emergência, dê preferência aos produtos que rendem no mínimo 100% CDI e que tenham liquidez imediata, como é o caso da Conta Remunerada da Warren que é gratuita, rende 100% CDI e ainda possui liquidez diária — acrescenta.

    Qual o valor que uma reserva de emergência deve ter?

    Uma dúvida constante entre os investidores é sobre o valor que uma reserva de emergência deve ter. A resposta para essa pergunta dependerá muito do padrão de vida do investidor, pois o objetivo desse dinheiro é cobrir os gastos mensais durante o período médio de meio ano.

    — Por ser um investimento que visa amenizar os impactos negativos dos momentos de imprevisibilidade, o recomendado é sempre possuir uma reserva de emergência compatível com ao menos 6 meses dos gastos fixos pessoais e familiares, trazendo mais tranquilidade e estabilidade para esses momentos — destaca Tamara.

    A reserva é para ser usada somente em emergências!

    Outro erro comum é usar a reserva de emergência para qualquer situação, como para pagar uma viagem ou, até mesmo, para os gastos excedentes com o cartão de crédito. Tamara lembra que a reserva de emergência, como o nome já diz, é feita para ser usada com emergências reais, como uma doença, uma batida de carro ou em uma situação de perda de emprego, por exemplo.

    — Apesar da reserva de emergência possuir liquidez imediata, é preciso lembrar que ela está ali para emergências e não para cobrir o furo no orçamento todo mês. Por isso, é preciso disciplina com as finanças para não cair na tentação e usar o recurso para gastos extras, como viagens, cartão de crédito, etc. — explica.

    Para esses gastos e objetivos pontuais, a dica é não usar a reserva de emergência, mas sim criar novos investimentos, focados nos objetivos de uso do recurso e poupar dinheiro para eles.

    Caso precise usar a reserva de emergência, priorize sua breve recomposição

    Em caso de necessidade real do uso da reserva de emergência, é importante que o investidor, após usar o dinheiro e restabelecer sua situação financeira, priorize a reposição da reserva para que o seu equilíbrio financeiro seja restabelecido.

    — Quando for preciso recorrer a reserva, é importante que na primeira oportunidade os valores sejam realocados para voltar ao equilíbrio inicial do planejamento — acrescenta Tamara.

    Portanto, fica evidente que planejamento e organização financeira são fundamentais, seja para manter as contas em dia ou para também estar prevenido em caso de imprevistos.

    Caso você tenha dúvidas e deseje entender mais sobre como iniciar uma reserva de emergência, confira um material completo e gratuito elaborado pela Warren. Basta acessar o link e baixar o conteúdo agora mesmo!

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