A temporada de verão 2025/2026 terá novas regras para quem pretende visitar a Ilha do Campeche, um dos pontos mais famosos de Florianópolis. As normas, anunciadas pela prefeitura da Capital, definem como será o transporte, acesso e fiscalização ao local, que é conhecido como o Caribe catarinense.
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O acesso continuará limitado a 800 pessoas por dia, mediante autorização individual emitida exclusivamente no site da Prefeitura de Florianópolis. O horário oficial para embarque e desembarque será das 9h às 17h.
A emissão do ticket ocorre pelo site, com tarifa de R$ 15 referente ao deslocamento. Quem optar por associações deve fazer contato direto com a entidade responsável.
A operação contará com a atuação conjunta da Secretaria de Infraestrutura e Manutenção Pública, Secretaria de Segurança e Ordem Pública e da Fundação Municipal do Meio Ambiente, responsáveis por controlar o transporte, o embarque e o desembarque de visitantes.
Entenda as regras para transporte e visitação na Ilha do Campeche
As viagens comerciais só poderão ser feitas por embarcações autorizadas, e a administração manterá uma lista atualizada dos credenciados, compartilhada com os órgãos de fiscalização.
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O visitante poderá escolher entre cinco modalidades de transporte, cada uma com cota diária:
- Associação dos Pescadores Artesanais da Praia da Armação – APAAPS: 410 autorizações diárias;
- Associação Couto de Magalhães de Preservação da Ilha do Campeche – ACOMPECHE: 62 autorizações diárias;
- Associação das Empresas de Transporte Náutico da Barra da Lagoa – ATBL: 135 autorizações diárias;
- Associação dos Barqueiros de Transportes da Praia do Campeche – ABTC: 73 autorizações diárias;
- Outros e próprios: 120 autorizações diárias.
As regras determinam que a ilha permanecerá fechada quando houver mau tempo, mar perigoso ou ausência de monitores. Nessas situações, o desembarque fica proibido. O Instituto Ilha do Campeche é o responsável por avaliar e comunicar as condições de visitação.
Os transportadores deverão orientar os visitantes sobre descarte correto de resíduos, impedir o desembarque de animais, exceto cão-guia, e vetar plantas ou itens que possam causar poluição.
Caiaques, boias, pranchas e qualquer tipo de serviço ou produto não poderão ser oferecidos na Ilha. Sons só serão permitidos em situações de emergência, o que restringe totalmente o uso de caixas de música na praia, área marinha e na zona de fundeio.
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Além disso, transportadores responderão pelo que for levado pelos passageiros e devem manter placas informativas nos pontos de venda e embarque. Eles também precisarão consultar previamente a equipe de monitoramento sobre as trilhas liberadas e informar eventuais restrições antes da saída das embarcações.
As equipes de fiscalização poderão atuar no embarque, no trajeto, no desembarque, por meio de drones, câmeras instaladas no Monumento Natural e auditoria das autorizações.
O foco estará na regularidade das licenças, no respeito às cotas, no cumprimento das regras de consumo e na observação de todas as normas de operação.
— Todas essas mudanças são fundamentais para proteger a Ilha, ordenar o uso público e assegurar que a visitação aconteça de forma segura, sustentável e compatível com a sensibilidade ambiental do local — afirma o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Alexandre Waltrick.
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