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    Síndrome de Down

    Especialista indica erros comuns que pessoas cometem ao se referirem à Síndrome de Down

    Segundo ela, termos pejorativos muitas vezes são ditos por falta de conhecimento 

    26/03/2019 - 07h34 - Atualizada em: 26/03/2019 - 07h36

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    Patrícia
    Por Patrícia Della Justina

    A Síndrome de Down, também conhecida como trissomia do cromossomo 21, é uma alteração genética causada por um erro acidental na divisão celular durante a divisão embrionária, no processo de gestação. Além das características físicas, como olhos oblíquos, mãos menores, língua protusa (maior), musculatura hipotônica (um pouco mais maleáveis), uma única linha na palma das mãos e rosto arredondado; também há o comprometimento intelectual que causa o atraso nas etapas de aprendizagem da criança.

    — É importante salientar que não há graus na Síndrome de Down. O que existe é uma pessoa que passou por mais ou por menos estímulos do que a outra por meio de atividades — explica Bárbara Vieira, que é terapeuta ocupacional.

    Para que o desenvolvimento seja expressivo, é necessário que a pessoa esteja exposta a estímulos ao longo de toda a vida, de acordo com cada fase. No início, por exemplo, são feitos processos que ajudam no fortalecimento muscular para que o bebê consiga engatinhar e, depois, a fonoaudiologia auxilia no desenvolvimento da fala.

    Na fase de alfabetização, é necessário que a criança tenha contato com o alfabeto em atividades paralelas à escola. A partir da adolescência, as atividades são voltadas ao comportamento em meio à sociedade, como o sexual, por exemplo. Ao longo da vida adulta, exercícios que os estimulem à independência financeira e à entrada no mercado de trabalha também ajudam no desenvolvimento. É bem comum a interação de pessoas especiais com criações artísticas ou com esportes, já que estes colaboram com a progressão dos resultados. Musicalização, teatro e aulas de danças são alguns exemplos comuns.

    Bárbara também pontua erros costumeiros ditos pelas pessoas. Segundo ela, há termos ou forma de expressão que, muitas vezes, são falados por falta de conhecimento.

    — Não se usa mais o termo “portador” para se referir a eles. Você pode portar uma mochila, por exemplo. O Down é especial para o resto da vida. Trata-se de uma condição inerente a ele para sempre. Além de termos pejorativos que são errados como: mongoloide, doentinho, ou dizer que eles têm doença mental — evidencia Bárbara.

    Onde encontrar apoio

    Veja alguns locais da cidade que atendem pessoas com Síndrome de Down:

    Universo Down

    Endereço: Rua Osni Garcia, 65, Bucarein

    E-mail: adesd.joinville@yahoo.com.br

    Telefone: (47) 3423-2102

    APAE - Associação de Pais e Amigos de Excepcionais

    Endereço: Rua José Elias Giuliari, 111

    E-mail: apae@apaejoinville.com.br

    Telefone:(47) 34317400

    Impar – Instituto de Pesquisa da Arte pelo Movimento

    Endereço: Rua Salgado Filho, 27 - Saguaçu

    Email: impar@impar.art.brimpar@impar.art.

    Telefone: 55 47 3028-7311.

    WhatsApp: 55 47 99995-7111

    Naipe - Núcleo de Assistência Integral ao Paciente Especial

    Endereço: Rua Plácido Olímpio de Oliveira, 676, Bucarein

    Telefone: (47) 3433-2278

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