O ex-empresário de Michael Schumacher, Will Weber, desmentiu uma suposta trapaça que o piloto alemão teria feito duas décadas atrás. O assunto voltou a se tornar pauta após o ex-chefe da Ferrari, Jean Todt, reascender a polêmica.

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De acordo com o ex-chefão da escuderia, Michael Schumacher teria parado de propósito em Monte Carlo com o objetivo de acionar a bandeira amarela durante a classificatória para que os outros pilotos, incluindo o espanhol, não pudessem completar a volta.

A direção de prova puniu Schumacher com o final do grid na corrida principal. Alonso, porém, saiu na pole e foi campeão em Mônaco. O alemão, por sua vez, terminou a prova com o quarto lugar.

— Ele não sabia trapacear. Ele fez isso duas vezes, que eu saiba, mas fez de forma desastrosa. Seria muito fácil fazer isso várias vezes, mas ele cometeu um erro ao tentar — disse Todt.

No etanto, de acordo com o portal Marca, Will Weber teria reagido com indignação e surpresa sobre a fala do ex-chefão da Ferrari.

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— Eu fiquei sem palavras. Por quê ele diria algo assim? Principalmente considerando a difícil situação de Michael (Schumacher) — disse Weber ao Kolner Express.

Além disso, o ex-empresário do piloto alemão defendeu a integridade do heptacampeão mundial da Fórmula 1: “Quem conhece Michael sabe que não houve má intenção. Foi uma manobra difícil, mas necessária para defender sua posição e, portanto, seu potencial título”.

Estado de saúde do Michael Schumacher

estado de saúde de Michael Schumacher é um segredo guardado a sete chaves desde quando o ex-piloto sofreu um grave acidente de esqui em dezembro de 2013.

Ele vive sob extrema discrição, recebendo cuidados intensivos 24 horas por dia, assistido por uma equipe médica e de apoio com até 15 profissionais.

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O advogado Felix Damm, representante legal da família Schumacher em questões de mídia, falou sobre a escolha de manter o estado de saúde do ex-piloto como privado em entrevista ao portal especializado Legal Tribune Online, publicada em 2023.

— Sempre se tratou de proteger assuntos particulares. Claro que tivemos discussões sobre como isso poderia acontecer. Então, também consideramos se um relatório final sobre o estado de saúde de Michael poderia ser a maneira correta de fazer isso. Mas isso não teria sido tudo e teria de haver ‘boletins instáveis’ constantemente atualizados — explicou Felix Damm.