Uma floricultura encontrou uma maneira inusitada de incentivar homenagens ao Dia Internacional da Mulher em Mafra, no Planalto Norte de Santa Catarina. Um homem foi transformado em um buquê e o vídeo já alcançou mais de um milhão de visualizações nas redes sociais da loja.
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A estrela da publicação é Fábio Lüders, marido da proprietária da floricultura, Veridiana, que administra o negócio há cerca de 16 anos nas cidades de Mafra e Rio Negro, na divisa do Paraná com SC. Ao NSC Total, ela conta que o companheiro sempre participa das produções.
— Ele nos auxilia aqui na loja e ele é muito parceiro. Ele é parceirão para tudo, desde os bastidores, toda a parte de manutenção de flores, a parte de estrutura, de eventos que a gente trabalha também — destaca.
Veja as fotos do marido transformado em buquê
No vídeo, sugerido por uma funcionária, Fábio veste flores e o papel que normalmente enrola o buquê. Em frente à fachada da loja e depois em um parque, ele “desfila” ao divulgar a marca de uma maneira descontraída e, também, incentivando as homenagens às mulheres.
Dona da floricultura destaca importância da data
Com mais de um milhão de visualizações, o vídeo divertiu quem assistiu. “O melhor é ele saindo com a cara bem séria de dentro da loja, mas vestido de buquê”, comentou um seguidor. “Esse traje encontramos na loja também?”, brincou uma outra pessoa.
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Apesar do lado divertido da ação, Veridiana destaca que quis transmitir uma mensagem considerando que a data é muito importante para todas as mulheres.
— Foi uma bela surpresa e eu acho que tudo isso vale a pena, porque nós mulheres merecemos todo esse carinho, nós merecemos reconhecimento. Muitas são mães e pais de família ao mesmo tempo, é alicerce de profissão, de empresas, né? Então acho que é uma forma conseguir homenagear mesmo — conta.
Veja o vídeo
A repercussão do vídeo ainda ajudou com as vendas, mas Veridiane conta que os clientes estão surgindo de cidades muito distantes, que nem são atendidas pelo estabelecimento.
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— Nós temos ali casos de Rio de Janeiro, São Paulo, fora do país também, que acabam pedindo, só que daí, claro, a gente não tem como atender, né, é só mesmo a nossa região aqui, Rio Negro e Mafra — revela.
*Sob supervisão de Leandro Ferreira






