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    Global Teacher Prize 2020: três professores brasileiros disputam prêmio de "melhor professor do mundo"

    Lista final tem 50 escolhidos; prêmio é US$ 1 milhão e será anunciado em outubro 

    18/03/2020 - 20h20

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    Por Fabrício Vitorino
    Peter Tabichi, do Quênia, recebe o prêmio de melhor professor do mundo em 2019
    Peter Tabichi, do Quênia, recebe o prêmio de melhor professor do mundo em 2019
    (Foto: )

    O Global Teacher Prize, considerado o “Oscar da Educação”, tem três professores brasileiros entre os finalistas. A lista com 50 nomes de 37 países foi divulgada hoje pela Varkey Foundation, e o vencedor, que será anunciado em outubro, em Londres, vai levar o prêmio de US$ 1 milhão.

    Os brasileiros escolhidos são a professora de educação especial e Língua Portuguesa Doani Emanuela Bertan, da Escola Pública Municipal Professor Ricardo Junco Neto, em São Paulo, e da E.M.E.F. Júlio de Mesquita Filho, em Campinas; o professor de História e especialista em educação inclusiva Francisco Celso Freitas, do Centro de Ensino da Unidade de Hospitalização de Santa Maria; e Lília Melo, da Escola Brigadeiro Fontenelle, de Belém.

    Os três brasileiros foram selecionados entre mais de 12.000 indicações e inscrições de mais de 140 países do mundo todo. Entre os 50 professores, o Comitê do Prêmio seleciona dez, e esse resultado será anunciado em junho de 2020. O vencedor será escolhido entre esses dez finalistas pela Academia do Global Teacher Prize, que serão convidados para a cerimônia de premiação, a ser realizada no Natural History Museum de Londres, em 12 de outubro de 2020.

    O prêmio, que está em sua sexta edição, mantém a tradição de ter brasileiros entre os escolhidos. Em 2019, Debora Garofalo, professora de tecnologias de uma escola municipal em São Paulo, e Jayse Ferreira, professor de educação artística em Itambém (PE), ficaram entre os dez finalistas. Já Diego Mahfouz Faria Lima, diretor de uma escola de São José do Rio Preto (SP), ficou entre os dez finalistas na edição 2018.

    Em 2018, Rubens Ferronato, professor de Curitiba (PR), desenvolveu uma metodologia para ensinar matemática a pessoas cegas e ficou entre os 50 finalistas. Em 2017, Wemerson da Silva Nogueira, professor de química e ciências em Boa Esperança (ES), ficou no top 10, enquanto Valter Pereira de Menezes, professor de uma escola municipal em Santo Antônio do Tracajá, em Parintins (AM), foi top 50. Por fim, Márcio Andrade Batista, professor de ciências em Barra do Garças (MT), ficou entre os 50 finalistas de 2016.

    — Parabéns a Doani Emanuela Bertan, Francisco Celso Freitas e Lília Melo por estarem entre os 50 finalistas. Espero que suas histórias inspirem aqueles que pretendem ingressar na carreira de docente e destaquem o trabalho incrível que professores do mundo todo realizam todos os dias — diz Sunny Varkey, fundador da Varkey Foundation e do Global Teacher Prize.

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