A greve dos servidores em Florianópolis entrou no segundo dia nesta sexta-feira (24) com 17,96% dos profissionais da área da saúde paralisados. Segundo a prefeitura da Capital, quatro Escolas Básicas Municipais (EBMs) e nove Núcleos de Educação Infantil Municipais (NEIMs) também estão sem atendimento.
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No total, segundo a administração municipal, 37 EBMs e 75 NEIMs estão operando normalmente nesta sexta-feira. Em relação à saúde, as unidades de saúde com maior percentual em greve são o Novo Continente, Jurerê, Trindade e Rio Tavares.
Nas Unidades de Pronto Atendimentos (UPAS) a adesão é considerada baixa pela prefeitura de Florianópolis, com 14% dos profissionais paralisados e sem impactos significativos no funcionamento.
A prefeitura pede para que os pacientes procurem o Alô Saúde Floripa antes de sair de casa para tirar dúvidas sobre o funcionamento do serviços e também solucionar o que for possível de forma remota. O atendimento é feito pelo telefone 0800 333 3233.
Ainda não há previsão para o fim da greve dos servidores em Florianópolis.
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Entenda a greve
A paralisão dos servidores de Florianópolis começou às 7h desta quinta-feira (23). A greve, segundo o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis (Sintrasem), foi anunciada após a Prefeitura de Florianópolis não atender à pauta de reivindicações da data-base. A proposta apresentada pelo Executivo foi rejeitada por não contemplar pontos centrais das reivindicações. Os servidores também relatam sobrecarga e “deterioração das condições de trabalho”.
Em nota, a Prefeitura de Florianópolis lamentou a decisão e informou que está trabalhando para que os serviços essenciais à população não sejam afetados. A Administração Municipal destacou que mantém diálogo com as categorias e que “cumpre integralmente todos os acordos firmados”.

