Um homem foi morto durante confronto com a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), da Guarda Municipal de Itapema, na noite dessa segunda-feira (23). Segundo informações da GM, o suspeito reagiu de forma violenta à uma abordagem, e entrou em luta corporal com os agentes.

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A equipe realizava patrulhamento na Rua 802, quando foram abordados por um morador que relatou aos oficiais que na região conhecida como “Beco do Mica”, estava ocorrendo tráfico de drogas. Ao chegarem no local, os agentes da ROMU identificaram um homem em atitude suspeita, que ao ser abordado, fugiu para uma área de mata, e entrou dentro de uma residência próxima.

Segundo a GM, os agentes ouviram gritos vindo de dentro da casa onde o suspeito havia entrado e foram atrás do homem no local. O homem estaria com comportamento agressivo, e teria tentado retirar um objeto preso na cintura, quando foi contido por um oficial.

Homem teve acesso à arma de um dos agentes

O suspeito teria reagido de forma violenta, e iniciou luta corporal com os guardas. Ele teria conseguido ainda, agarrar a arma de um dos agentes e efetuado disparos. Diante da situação, um terceiro oficial que estava presente realizou disparos contra o suspeito. Segundo o comunicado da GM, a ação teve “o objetivo de cessar a injusta agressão”.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), esteve no local logo após o ocorrido e constatou o óbito do homem. A Polícia Civil e Polícia Científica também estiveram presentes para os procedimentos legais cabíveis.

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GM afirma legítima defesa

Por meio de nota, a Guarda Municipal de Itapema reforça que o caso ocorreu em legítima defesa. “A Guarda Municipal de Itapema ressalta que a ação ocorreu em legítima defesa, diante de agressão injusta e risco iminente à vida dos agentes, e reafirma seu compromisso com a segurança da população e o cumprimento da lei”, traz o texto.

Suspeito não foi identificado

Até a manhã dessa terça-feira (24), o suspeito morto em confronto com a ROMU, não foi identificado. De acordo com informações oficiais, ele não portava nenhum tipo de documentação pessoal no momento do ocorrido, o que dificultou a identificação. Nesse momento, a Polícia Científica deve trabalhar na identificação do homem.