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IA de SC que prevê reprovação escolar concorre a prêmio da Unesco 

Vencedor será escolhido durante cerimônia que acontece em Paris, na França, em março

13/01/2020 - 19h02

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Por Fabrício Vitorino

A solução da Betha Sistemas, desenvolvedora de softwares de Criciúma, que consegue prever a reprovação e a evasão escolar utilizando inteligência artificial, vai concorrer ao Prêmio Unesco King Hamad Bin Isa Al-Khalifa. O vencedor leva US$ 25 mil, e será escolhido durante cerimônia que acontece em Paris, na França, em março.

O primeiro piloto está rodando desde abril em Bombinhas, no litoral de SC. Para conseguir o “milagre”, a equipe da Betha criou uma plataforma usando machine learning (ramo da inteligência artificial que “ensina a máquina” a processar informações). Assim, foi possível detectar os alunos com maiores riscos de reprovar ou deixar a escola.

Mas, para aprender o perfil dos alunos, o algoritmo precisou ser “alimentado” com dados de mais de 19 mil matrículas dos anos anteriores, sendo que, destas, 1,5 mil estudantes haviam sido reprovados e quase 700 evadiram.

— O sistema aprende o que é uma evasão ou reprovação alertando os professores e gestores sobre tais riscos em vários momentos, como na funcionalidade de chamada da turma. Nesse momento temos mais de 20 municípios utilizando a ferramenta já com o recurso habilitado e o resultado de assertividade média tem demonstrado índices superiores a 95% — detalha o coordenador da vertical Educação da Betha Sistemas, Daniel Camilo.

Faltou mais alguma?

O Airbnb, plataforma on-line para aluguel de estadias, que opera em 220 países, listou as cinco cidades praianas mais procuradas do litoral de Santa Catarina. O levantamento foi feito entre 2018 e 2019 mas acabou sem surpresas. Floripa ficou no topo da lista, seguida de Balneário Camboriú, Porto Belo, Imbituba e Itajaí. A coluna sentiu falta, na lista feita pela plataforma, de Palhoça, com a Guarda do Embaú, e Garopaba, com a Ferrugem.

Números do Zapzap

Com 136 milhões de usuários só no Brasil, o WhatsApp foi apontado como a “principal fonte de informação dos brasileiros” por 79% dos entrevistados, em pesquisa feita pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Por outro lado, a plataforma (que pertence ao Facebook) baniu mais de 1,5 milhão de contas de usuários brasileiros, entre 2018 e 2019. No mundo tudo, o número de expulsos por disseminar fake news ultrapassou os 20 milhões – mais do que as populações de RS e SC somadas. Em média, a plataforma retira 125 mil contas do ar, somente no Brasil.

Por isso, todo cuidado é pouco na plataforma. Além das falsas notícias que circulam na plataforma, é preciso tomar cuidado ainda com golpes. Em entrevista à CBN Diário, o delegado Alfeu Orben, diretor de Inteligência da Polícia Civil de Santa Catarina, alertou para o crescente número de casos de golpes pelo WhatsApp em SC. O pedido de depósito, feito por supostos amigos do usuário, usando uma conta clonada, é o mais comum.

O delegado recomenda que as pessoas nunca façam depósitos sem antes falar, ao telefone (não via WhatsApp) ou ao vivo, com quem está pedindo ajuda.

— Certifique-se de que é ela mesmo que está fazendo esse pedido. Se você apenas mandar uma mensagem, ela vai responder como se fosse a titular da conta, e você será induzido ao erro — diz Orben.

O repórter Jean Laurindo preparou um tutorial para o uso seguro do WhatsApp que pode ser acessado aqui. E, se você está preocupado com as fake news, a NSC tem o projeto "Prova Real", que faz a checagem de notícias que circulam nas redes sociais. Para conferir, acesse aqui.

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