O delegado Clóvis de Oliveira Nosse, que teve atuação no Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina, morreu nesta terça-feira (24), em Florianópolis. Clóvis, que tinha 56 anos, enfrentava um câncer, segundo a Polícia Civil.
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Clóvis teve atuação no GAECO entre 2007 e 2023, quando se aposentou. Como delegado, atuou em diversas cidades do Estado, sendo delegado regional de polícia de Tubarão, no Sul do Estado, e gerente das Delegacias Especializadas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e Subdiretor da DEIC.
A morte de Clóvis foi lamentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que afirmou que o profissional contribuiu “de forma relevante no combate às organizações criminosas”. Para a Polícia Civil, Clóvis será lembrado pelo “profissionalismo, respeito e compromisso com a justiça”.
A morte também foi lamentada pelo Sindicato dos Policiais e Servidores da Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina, que afirmou que Clóvis sempre manteve “uma relação de parceria e integração com a Polícia Rodoviária Federal”.
“Em meio à constante luta pelo fortalecimento das ações de enfrentamento ao crime organizado, Santa Catarina perde uma figura de grande relevância, cuja trajetória foi marcada pelo comprometimento, profissionalismo e espírito colaborativo”, escreveu o sindicato.
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O que é o GAECO
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosa é uma força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina. O grupo é composto por membros do Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Estadual, com seus integrantes sendo indicados pelo Ministério Público com base em critérios objetivos, como perfil técnico e histórico profissional.

