A origem humilde da participante Chaiany, do BBB 26, tem sido questionada por internautas nos últimos dias. No programa, ela relatou que está desempregada e que se endividou pedindo fast-food. Porém, fotos em viagens, imagens da casa da sister e informações sobre a empresa do pai dela, Roberto Alves de Andrade, foram utilizadas para por em dúvida essa versão.

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Posts que circulam na plataforma X (antigo Twitter) afirmam que o pai de Chaiany seria proprietário de uma empresa com capital social estimado em cerca de R$ 4 milhões. Ainda, uma publicação de Roberto em uma rede social, em que aparece compartilhando a compra de uma caminhonete, em 2016, também foi republicada por usuários.

As publicações supostamente contrariam as falas de Chaiany dentro da casa, em que afirma ser desempregada e ter dificuldades financeiras. Em um momento, ela chegou a dizer que gostaria de ter condições de comprar para a filha o livro “Diário de um Banana”.

A irmã de Chaiany, Maria Luiza, publicou uma nota em que nega a ligação do pai de Chaiany com os CNPJs mencionados nas publicações, e afirma que a empresa de Roberto é de pequeno porte e não tem o capital social milionário indicado nos posts.

“A divulgação dessas informações ocorreu sem a devida verificação dos fatos, gerando narrativa distorcida que atinge a honra, a imagem e a reputação da família, ao insinuar condição econômica incompatível com a realidade”, diz a nota.

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Confira a nota na íntegra

Quem é Chaiany

Chaiany tem 25 anos, nasceu em Brasília (DF) mas mora em São João da Aliança, no interior de Goiás. A moça sempre viveu na roça e uma das curiosidades é que na adolescência não tinha acesso à internet e tecnologia. Mesmo assim, ela disse que acha que isso foi o melhor para a vida dela.

Com 10 anos já ajudava nas atividades rurais e engravidou aos 15 anos. Atualmente está desempregada e quer uma vida melhor para ela e a filha. Não tem muita paciência, e se diz explosiva e chorona, mas também se considera uma pessoa muito legal.

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“Eu estou na pior situação, mas fazendo o bem ao outro. Acho que isso esgota minha energia”, avalia.